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Guia de Compra de Aparelhos de Raios X:

Usado desde ortopedia à radiologia intervencionista de vanguarda, os arcos cirúrgicos, ou também chamados Arcos em C, usam o princípio do Raios-X somado à mobilidade.

As variáveis a serem consideradas ao escolher comprar ou alugar um arco cirúrgico são:

-Intensificador de imagem
-Tamanho
-Magnificação

Tamanho

Os braços variam de 9 a 12 polegadas de raio, em alguns casos 13, caso de modelos Siemens. Em termos de quantidade de aparelhos vendidos e com demanda de manutenção, ganha o de nove polegadas.

Arco Cirúrgico 9”

Os arcos em C de 9 polegadas são os mais vendidos por servirem a diversas aplicações clínicas rotineiras de hospitais gerais, entre as quais:

Cardiologia
Ortopedia
Angiologia
Cirurgia geral
Eletromedicina (marcapassos)
Medicina esportiva
Neurologia

Arco Cirúrgico 12”

As 3 polegadas a mais dos arcos de 12” tornam úteis a casos mais específicos que os modelos de menor diâmetro. Durante procedimento ortopédico, por exemplo, é capaz de examinar as duas pernas ao mesmo tempo.

É também usado para procedimentos intervencionistas e estudos acadêmicos, com destaque a:
Medicina vascular
Neurologia vascular

Magnificação:

A magnificação é fator crucial na hora de comprar ou alugar um arco cirúrgico. Os modelos mais comuns de 9 e 12 polegadas trabalham com 3 modos de intensificadores. A linha OEC, da GE, por exemplo, vai até 6 vezes de aumento para os modelos maiores e 4,5 aos menores.

Eis um fator a ser considerado no custo-benefício da compra e manutenção do aparelho. Arcos cirúrgicos usados em cardiologia demandam maior magnificação.

Penetração do Raios X do Arco Cirúrgico

Pense em duas situações: paciente em cirurgia bariátrica, com 120 quilos ou mais, ampla camada de gordura. Por outro lado, um caso de fratura ortopédica de baixa complexidade, apenas colocação de pinos nas extremidades.

São demandas distintas de penetração do Raios X. A demanda do hospital ou clínica é quem determina qual o melhor arco cirúrgico para comprar ou alugar.

GE Healthcare

GE OEC 6600 Mini

GE OEC 6800 Mini

GE OEC 7900 Fluorostar

OEC 8800 Vascular

GE OEC 9600

GE OEC 9800 Super C Neurovascular MD

GE OEC Flexiview 8800

Hologic

Hologic Fluoroscan Premier

Hologic Insight 1 Mini

Philips

Philips 2001 BV Pulsera Vascular

Philips Allura Xper FD20

Philips BV 25

Philips BV 300

Philips BV 300 Plus

Philips BV Endura C

Philips BV Libra

Philips BV Pulsera

Siemens

Siemens Arcadis Avantic

Siemens Arcadis Orbic

Siemens Arcadis Varic

Siemens Compact D

Siemens Multimobil

ISO-C Mobile 3

Siemens Siremobil Compact L

Invenção

1 > 1963: os americanos John Cameron e James Soreonson criam o aparelho de densitometria óssea

2 > 1972: densitômetro comercial é desenvolvido pela Universidade de Wisconsin, EUA

3 > 1989: Brasil recebe o primeiro densitômetro

Funcionamento do Aparelho de Densitometria

Aparelho Densitometria Óssea Usado Esquema Funcionamento

O aparelho emite doses baixas de radiação ionizante.

Essa dose baixa de radiação interage com o tecido mole (músculo, tecido, gordura) e com o tecido ósseo.

Através de cálculos por mecanismos eletrônicos é obtido o valor da densidade mineral óssea e o valor do conteúdo mineral ósseo.

Existem vários métodos para o estudo quantitativo do esqueleto em pacientes com osteoporose.

Principais Tecnologias para DO

1 > SPA (Single Photon Absortiometry) - Densitometria de Fóton Único
Equipamentos que utilizam o isótopo Iodeto de Sódio 125(I125). É emitido um único nível energético. Mede a densidade mineral óssea de pequenas áreas como pouca quantidade de tecidos moles, como o punho por exemplo.

2 > OPA (Dual Photon Absorptiometry) - Densitometria de Fóton Duplo
Este equipamento utiliza o radiosótopo Gadolíneo 153 (Gd153). Emite fótons com duas energias diferentes, sendo possível analisar regiões do corpo com espessuras diferentes.
Veja a definição de Radiosótopo e outras palavras no Glossário Colaborativo do Radiologia Blog.

3 > DEXA (Densitometria por Raios-X de energia dupla)
Equipamento que utiliza como fonte de radiação os Raios-X. Emite menor dose de radiação e melhor resolução de imagens. A irradiação é mínima. Sendo possível a realização do procedimento com frequência.

Ainda existem outras técnicas na Densitometria, como o Ultrassom e a Tomografia Computadorizada Quantitativa.

O que é a Tecnologia DXA dos densitômetros

A tecnologia DXA (absorciometria por dupla emissão de raios X), baseia-se no diferencial de atenuação de fótons para osso, gordura e tecido muscular em dois níveis energéticos. Sabemos que a diferença na atenuação da energia dos fótons nos raios X pelos diferentes tecidos é responsável pelo contraste nos raios X.

Se for possível quantificar o grau de atenuação também é possível avaliar quantitativamente a densidade do tecido.

O densitômetro DEXA emite dois tipos de radiação: Modo Fast e Modo Normal.

Modo Fast:

Prós:
O exame é executado mais rapidamente, pelo que o paciente fica menos tempo exposto à radiação X.

Contras

A imagem radiológica apresenta definição inferior em relação à normal

O modo de aquisição normal realiza uma aquisição com maior tempo de exposição, tendo a desvantagem de expor o paciente a maiores quantidades de radiação X.

Modo Normal

Prós

Imagens com definição mais precisa

Contras

Maior tempo de exposição do paciente à radiação

Posicionamentos na Densitometria Óssea

Os sítios ( locais) com maior demanda por exames são a coluna Lombo-Sacra e o Fêmur direito.

O exame também pode ser realizado no fêmur esquerdo ou dois ossos fêmur juntos, além do antebraços ou corpo inteiro.

Coluna Lombo-Sacra

Laudo Densitometria Ossea Lombo Sacra

Exemplo de Laudo Densitometria Ossea Lombo Sacra

O exame da coluna lombo-sacra é avaliado o segmento de L1 a L4, com a coluna lombar em posição póstero-anterior.

Diagnostica osteoporose e também apresenta melhor sensibilidade para o acompanhamento de tratamentos de pacientes com osteoporose.

Fêmur

Laudo Densitometria Ossea Femur

Exemplo de Laudo Densitometria Óssea Fêmur

O exame do fêmur é realizado em partes da região proximal colo de fêmur,
trocânter maior e a região do Triângulo de Wards (pequena área próxima do osso trabecular).

O software também fornece a medida de densidade mineral de todos o fêmur proximal e fêmur total.

Além de ginecologistas, ortopedistas e geriatras, os aparelhos de densitometria óssea exame de são demandados pela medicina esportiva, principalmente em fase pré-temporada. Há ainda o nicho endocrinológico, na avaliação da taxa de gordura e massa muscular corporal.

 

Fontes:  http://radiologia.blog.br/diagnostico-por-imagem/como-funciona-a-densitometria-ossea-saiba-mais-sobre-o-exame

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