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Guia de Compra Olympus CV-160

O foco da Processadora Olympus CV-160 é médico que dispõe de pouco espaço para realização de endoscopias, daí ter reduzido em 35% o tamanho em relação à à processadora Olympus CV-140. A engenharia ergonômica visou o mesmo objetivo, o chamado design user friendly.

Transferência de imagens endoscópicas:

A Vídeo Processadora Olympus CV-160 vem com um terminal que possibilidade de transferência direta de imagens para o PC, através de software dedicado, fornecido pela própria fabricante.

 A vantagem principal da Olympus CV-160 é a qualidade da imagem em determinados procedimentos, como as colonoscopias e a facilidade de manuseio dos gastroscópios, colonoscópios e demais endoscópios, tanto que muitos artigos científicos que podem ser pesquisados no Google Acadêmico têm o sistema Olympus CV-160 como aparelho de endoscopia protagonista do caso clínico. Informalmente, gastroenterologistas citam a preferência pelo fabricante Olympus como critério primeiro de escolha de seus endoscópios. O design friendly, ergonômico, também é citado pelos clínicos como critério positivo.

Fujinon EPX-2200 versus Pentax EPK-1000

A Pentax EPK-1000 é a maior concorrente da EPX-22000 tanto no em mercado de sistemas de endoscopia usados quanto novos. Comercialmente, a EPX-2220 da Fujinon é muito aceita no serviço público e entre médicos que já trabalhavam com equipamentos de vídeo endoscopia da FujiFilm. Vão de uma EPX a outra. A Pentax EPK-1000 leva vantagem na preferência de médicos novos e alguns vendedores consideram este modelo Pentax como o “Fusca” da endoscopia, alusão ao carro da VW que fazia tudo e nunca quebrava.
No que se refere às imagens endoscópicas, a vídeo processadora EPX-2200 usada em conjunto com os endoscópios Fujinon tecnologia G5 produz qualidade de imagem em tela cheia superior à EPK-1000.

Sistema Fujinon EPX-2200 versus Aparelho Olympus Evis Exera CV-160

O preço do sistema de vídeo endoscópio Fujinon EPX-2200 é o grande diferencial em relação vídeo endoscópio CV-160. Embora as tecnologias se equivalham, o valor do aparelho EPX-2200 Fujinon usado chega a ser 30% menor que o concorrente CV-160 Olympus.

EPX-2200 versus aparelhos de endoscopia de fabricantes chineses

O preço dos vídeos endoscópios chineses de faixa de aplicação semelhante à processadora Fujinon EPX-2200 é a vantagem oferecida pelos representantes Huger e demais fabricantes aos médicos. Com relação à qualidade do equipamento, as marcas japoneses continuam na preferência dos gastroenterologistas. EPX-2200, EPK-100, CV-160 e demais sistemas Pentax, Olympus e Fujinon ainda detém 90% do mercado. Diga-se que os fabricantes de endoscopia da China aportaram há poucos anos ano. É questão aberta, que só o tempo dirá. No mercado de imagens, há o exemplo da Mindray, marca chinesa que já abocanha boa parte dos aparelhos de ultrassonografia do mercado brasileiro. Seu atrativo maior: o preço.

Gastroscópio

GIF-100

GIF-130

GIF-140

GIF-160

GIF-1T100

GIF-1T130

GIF-1T140

GIF-1T160

GIF-1TQ140Y

GIF-1TQ160

GIF-2T100

GIF-2T160

GIF-E

GIF-E3

GIF-H180

GIF-N180

GIF-P140

GIF-Q140

GIF-Q145

GIF-Q160

GIF-Q160Z

GIF-Q165

GIF-Q180

GIF-V

GIF-V2

GIF-XP160

GIF-XPE

GIF-XQ140

GIF-XTQ160

Colonoscópio

CF-100Hi

CF-100HL

CF-100i

CF-100Ti

CF-100TL

CF-130i

CF-130L

CF-140i

CF-140L

CF-1T100i

CF-1T100L

CF-1T140i

CF-1T140L

CF-2T140

CF-2T160i

CF-2T160L

CF-H180Ai

CF-H180AL

CF-Q140i

CF-Q140L

CF-Q145i

CF-Q145L

CF-Q160Ai

CF-Q160AL

CF-Q160Di

CF-Q160DL

CF-Q160i

CF-Q160L

CF-Q160Zi

CF-Q160ZL

CF-Q165i

CF-Q165L

CF-Q180Ai

CF-Q180AL

CF-Vi

CF-VL

PCF-100

PCF-130i

PCF-130L

PCF-140i

PCF-140L

PCF-160Ai

PCF-160AL

Broncoscópio

BF-160

BF-1T160

BF-3C160

BF-MP160F

BF-P160

BF-Q180-AC

BF-XP160F

BF-XT160

Duodenoscópio

JF-100

JF-130

JF-140F

JF-140R

JF-V2

PJF-160

TJF-100

TJF-130

TJF-140F

TJF-140R

TJF-145

TJF-160F

TJF-160R

TJF-160VF

Enteroscópio

SIF-100

SIF-100L

SIF-Q140

Sigmoidoscópio

CF-100S

CF-130S

CF-140S

CF-P20S

CF-Q160S

Set Up Básico do Sistema Olympus CV-160:

> Gastroscópio GIF-160,
> Colonoscópio CF-Q160,
> Fonte de Luz CLV-160
> Vídeo processadora CV-160

> Saída de Vídeo: VBS composto, Y/C, RGB, inclusive de forma simultânea
> Ajuste do branco: botão frontal no painel que regula automaticamente os tons de branco
> Padrão saída de cor: ajustável digitalmente através do “Color Bar” no teclado
> Porta de Comunicação Digital: Ethernet (100 BASE-TX)
> Controle de ganho automático de imagem: é possível ampliar eletronicamente a imagem quando a luz é inadequada na videoscopia distal
> Ajuste dos tons de cor: CHROMA Control
> Saída do monitor: comporta tanto o endoscópio como também equipamentos auxliliares
> Peso: 6 Kg

Abra Aqui Manual de Operação Completo Olympys CV-160 em PDF

Olympus CV-160 EVIS EXERA Série 160 Manual

Sistema Videoendoscopia EVIS EXERA Série 160

Manual de Instruções

Set Up Básico do Sistema Olympus CV-160:

> Gastroscópio GIF-160,
> Colonoscópio CF-Q160,
> Fonte de Luz CLV-160
> Vídeo processadora CV-160

> Saída de Vídeo: VBS composto, Y/C, RGB, inclusive de forma simultânea
> Ajuste do branco: botão frontal no painel que regula automaticamente os tons de branco
> Padrão saída de cor: ajustável digitalmente através do “Color Bar” no teclado
> Porta de Comunicação Digital: Ethernet (100 BASE-TX)
> Controle de ganho automático de imagem: é possível ampliar eletronicamente a imagem quando a luz é inadequada na videoscopia distal
> Ajuste dos tons de cor: CHROMA Control
> Saída do monitor: comporta tanto o endoscópio como também equipamentos auxliliares
> Peso: 6 Kg

 

EVIS EXERA CENTRAL DO SISTEMA DE VÍDEO OLYMPUS: CV-160

Especificamente projetado para maximizar as capacidades de nossa nova linha de Videoendoscópios de alto desempenho da série EVIS EXERA 160, o CV-160 central do sistema de vídeo proporciona imagens de alta-resolução com capacidade de reprodução de cor melhorada e um tamanho de exibição de imagem maior. Um sistema de processamento de sinal de vídeo melhorado permite observação clara de detalhes minuciosos e assegura um exame mais preciso. Painel frontal e teclado ergonômicamente projetados. Os botões e indicadores do painel frontal do CV-160 tornam as operações mais simples. O teclado recentemente projetado possue um design mais ergonômico e também se ajusta perfeitamente nos trolleys compactos. Os níveis de Enhancement destacam detalhes minuciosos. Enfatizando eletrônicamente detalhes minuciosos sobre a mucosa, o poderoso circuito de níveis de Enhancement do CV-160, proporciona imagens endoscópicas mais definidas e sem interferências. A função Edge Enhancement usa frequências específicas sobre as imagens endoscópicas para assegurar uma observação mais precisa. Níveis de Enhancement podem ser selecionados pelo usuário e permitem controle mais preciso da imagem. Com Enhancement, é muito mais fácil de observar minuciosamente estruturas do tecido e variações sutis de cor sobre a mucosa. Função Full Height expande o modo de exibição de imagens e facilita a observação. O CV-160 possue a função Full Height que usa toda a área vertical (tela cheia) do monitor para exibir imagens. A exibição de imagem expandida resulta em imagens muito maiores comparado com os modelos anteriores e permite um exame mais próximo da área de imagem. 35% mais compacto economiza espaço nas salas de endoscopia. Com o novo design mais compacto o CV-160 e o CLV-160 fonte de luz de xenônio formam um sistema que é 80 mm mais estreito e 35% menor que nossos modelos anteriores. O sistema inteiro pode ser instalado em um trolley compacto, junto com um monitor de vídeo e outros equipamentos. Sistema completo de Endoscopia que aumentam a eficiência. O CV-160 foi projetado para maximizar a eficiência das salas de Endoscopia. Além dos Endoscópios da série EVIS EXERA 160, esta central de vídeo versátil permite também utilizar videobroncoscópios da série EVIS EXERA desta forma o usuário usa o mesmo sistema para endoscopia gastrointestinal e broncoscopia. Compatibilidade com Endoscópios da série EVIS 100/130/140/145/VE. Assegurando que seu investimento em tecnologia de videoendoscopia não está perdido, o CV-160 é compatível com todos os Endoscópios das séries EVIS 100/130/140/145/VE. Função ID Scope para administrar com mais eficiência e controle. A função ID Scope do CV-160 recebe dados de um chip de memória existentes dentro da seção de conexão dos Endoscópios da série EVIS EXERA 160 e mostra estas informações sobre o monitor. Estas informações incluem, nome do modelo e número de série, como também o número de vezes que o Endoscópio foi conectado ao CV-160. A função ID Scope também permite controle automático de White Balance. Terminal de imagem digital para comunicação com um PC. O CV-160 possue um terminal de imagem digital que permite transferência direta de imagens endoscópicas para um PC que usa software de interface para armazenamento.

PROCESSADORA DO SISTEMA DE VÍDEO : Observação Saídas de sinais de vídeo Vídeo composto, Y/C, RGB White Balance Por pressionando o botão White Balance no painel frontal. Após a inicialização os setting são mantidos na memória dos Endoscópios da série EVIS EXERA. Terminal digital Ethernet (100 BASE-TX) Regulagem de cor A barra de cores pode ser aprentada sobre o monitor usando o botão no teclado color bar AGC A imagem pode ser eletronicamente aumentado brilho quando a intensidade de luz esta inadequada. Contraste Modo de contraste normal: Imagem normal Modo de contraste Baixo: As áreas escuras são clareadas e as áreas claras são escurecidas como numa imagem normal Modo de contraste Alto: As áreas escuras são escuras e as áreas claras são claras como numa imagem normal Setting de níveis de Enhancement Os detalhes da mucosa e a extremidade das imagens endoscópicas são enfatizadas eletronicamente para aumentar a definição. Os níveis de Enhancement podem serem ajustados em Baixo, Médio, Alto Ajuste de tons de cor Chroma, R Vermelho e B Azul podem serem ajustados em 7 níveis Iris Average: Observação normal Peak: Quando focalizando uma área com muito brilho Edge Enhancement As extremidades das imagens endoscópicas são enfatizadas eletronicamente para melhorar a definição. O nível de Edge Enhancement pode ser selecionado em 03 níveis Baixo, Médio e Alto Reset Os seguintes setting podem ser restaurados por pressionando o botão reset sobre o painel frontal : 1 Image size, 2 Iris, 3 Enhancement, 4 Cor, 5 AGC, 6 Display mode, 7 Contraste, 8 Printer lock, 9 Keyboard mode, 10 Printer mode, 11 Printer Qty Selção do tamanho da imagem O tamanho da imagem endoscópica pode ser mudado usando o botão image size sobre o teclado Congelamento da imagem A imagem pode ser congelada usando um botão na seção de controle dos videoendoscópios ou um botão sobre o teclado Documentação Controle Remoto Os seguintes equipamentos auxiliares podem ser controlados remotamente por um botão na seção de controle dos videoendoscópios,no painel frontal ou no teclado. Monitores / Vídeo Printers / Bomba de Irrigação / VTR / Digital vídeo recorder Função ID Scope Os seguintes dados de um endoscópio podem ser apresentados sobre o monitor : 1 Modelo do endoscópio, 2 Número de série, 3 Comentários, 4 Uso cumulativo, 5 Períodos de checagem, 6 Contratos de serviço, 7 Data de garantia, 8 número de identificação do cliente, 9 Nome do proprietário Dados do Paciente Os seguintes dados e modos podem ser apresentados sobre o monitor. 1 Número de Identificação, 2 Nome do paciente, 3 Sexo e Idade, 4 Data de Nascimento, 5 Data e Horário, 6 Número de Frame, 7 Seleção de qualidade de imagem, 8 Nome do Médico, 9 Comentários,10 Condição de VTR Lista de Pacientes Para um máximo de 40 pacientes 1 Número de identificação, 2 Nome do paciente, 3 Sexo e idade, 4 Data de nascimento, 5 Nome do médico Imagem Memorizada Setting de memorização de imagens Os seguintes setting sobre o painel frontal de memorização de imagens são retidos quando o equipamento é desligado: Cor, Enhancement, White Balance, Íris Saída de monitor Usando o botão de saída sobre o painel frontal do monitor é possível selecionar uma imagem do endoscópio ou equipamento auxiliar para apresentar sobre o monitor Classificação Grau de proteção contra choques elétricos Classe I Grau de proteção contra choques elétricos e partes Tipo BF Força Voltagem NTSC V CA Frequência 50/60 Hz Entrada de corrente NTSC 1.0 A Fusível de proteção 3.15 A, 250 V Tamanho Dimensões 370 mm X 72 mm X 420 mm Peso 8 Kg

FONTE DE LUZ DE XENÔNIO OLYMPUS CLV-160

Características primárias para Alto Desempenho Lâmpada de Xenônio de 300 W. Novo e melhorado condensador de luz alcançam quase 1.6 vezes mais intensidade de luz que seu predecessor CLV-U40. Capacidade de iluminação para cobrir pontos mais distantes assegura brilho suficiente mesmo quando se faz retrovisão. Melhorado os ajustes de níveis de intensidade de luz que mantem um brilho apropriado mesmo quando observando imagens muito próximas ou observando o angulo gástrico diretamente. Tamanho reduzido em 35% comparado com seu predecessor, com largura reduzida em 80 mm, economiza espaço na sala de endoscopia. Botões e indicadores claros no painel dianteiro para melhorar a operabilidade. Compatível com videoendoscópios com CCD Color e fibroscópios OES Olympus. Controle de brilho Exposição automática 17 passos Controle Automático Método de automático controle Método de servo-diafragama de Brilho de brilho Bomba Diafragma tipo bomba Níveis de insulflação 04 níveis Off, Baixo, Médio, Alto Água Método Ar criando vácuo na garrfa d agua Indicadores sobre Mudança de lâmpada O indicador de mudança de lâmpada ascende o painel frontal Setting de memória na presença ou falta da lâmpada Os setting são memorizados e guardados em uma bateria sempre quando a fonte é desligada Iluminação Lâmpada Xenon 300 Watts lâmpada de xenon Vida útil da lâmpada Aproximadamente 500 horas continuas. Quando usado intermitentemente a lâmpada dura mais horas Ignição Botão regulador Saída de luz/ajuste Controlado por diafragma Lâmpada de emergência Lâmpada halógena de 12 V 100 Watts Vida útil da lâmpada Aproximadamente 100 horas de emergência Conversão de cor Possível utilizando se filtros Refrigeração Ventuinha de ventilação Classificação Tipo de proteção contra Classe I choques elétricos Grau de proteção contra choques Tipo BF elétricos de partes aplicadas Força Voltagem NTSC V AC Frequência 50/60 Hz Entrada de corrente NTSC 5 A, PAL 3 A Tamanho Dimensões 370 mm X 135 mm X 420 MM Peso 15 Kg

VIDEOENDOSCÓPIO GASTROINTESTINAL OLYMPUS GIF TIPO XP160

Características para Alto Desempenho Tubo de inserção Ultra-Fino que mede apenas 5.9 mm. Design Ultra-Fino ideal para pacientes com estreitamento de esôfago, como também para exames rotineiros. Contínua visão clara assegurada pelo nozzle difusor de irrigação de ar/água na ponta distal que lava qualquer material que adere à lente durante o exame. 2.0 mm de diâmetro do canal de biópsia. 120 de campo de visão e 4 angulações (180 para cima, 90 para baixo e 100 direita/esquerda) permite exame completo da área digestiva superior. Ergonômicamente projetado para facilitar o manuseio dos Endoscópios a seção de controle foi redesenhada para fácil acesso e operabilidade. Qualidade de imagem superior no modo Full Height quando combinado com o CV-160 central do sistema de vídeo. A função ID Scope provê informações sobre os Endoscópios mostrando na tela do monitor e facilita a administração das salas de endoscopia. Compatível somente com CV-160. Sistema óptico Campo de visão (visão frontal) Profundidade do campo do visão 3~100 mm Ponta distal Diâmetro exterior da ponta distal 5.9 mm Tubo de inserção Diâmetro exterior do tubo de inserção 5.9 mm Seção de angulação Angulações 180 para cima 90 para baixo 100 direta/esquerda 1030 mm 1345 mm Canal de instrumentos Diâmetro interno do canal de biópsia 2.0 mm 3 mm da ponta distal EVIS EXERA VIDEOENDOSCÓPIO GASTROINTESTINAL OLYMPUS GIF TIPO Q160 Principais características para Desempenho Soberbo Imagens grandes com qualidade superior e imagens mais definidas, com cores verdadeiras. 140 de campo de visão permite observação precisa de uma área mais ampla. Tubo de inserção fino com 9.5 mm de diâmetro exterior e com canal de biópsia de 2.8 mm de diâmetro. 4 angulações (210 para cima, 90 para baixo e 100 direita/esquerda) permite completa observação da área digestiva superior. Ergonômicamente projetado para facilitar o manuseio dos Endoscópios a seção de controle foi redesenhada para fácil acesso e melhor operabilidade. Completamente compatível com os CV-160/145/140. Função ID Scope provê informações sobre o Endoscópio e mostra isto no monitor facilitando a administração da sala de endoscopia. Sistema óptico Campo de visão (visão frontal) Profundidade do campo do visão 3~100 mm Ponta distal Diâmetro exterior da ponta distal 9.8 mm Tubo de inserção Diâmetro exterior do tubo de inserção 9.5 mm Seção de angulação Angulações 210 para cima 90 para baixo 100 direta/esquerda 1030 mm 1345 mm Canal de instrumentos Diâmetro interno do canal de biópsia 2.8 mm 3 mm da ponta distal

VIDEOENDOSCÓPIO GASTROINTESTINAL OLYMPUS GIF TIPO 160

Características principais para Desempenho Excelente Tubo de inserção de 8.6 mm de diâmetro exterior e largo canal de biópsia de 2.8 mm de diâmetro combinado com excelente qualidade de imagem fazem deste videoendoscópio o equipamento ideal para exames rotineiros. 140 de campo de visão permite observar facilmente áreas mais amplas. 4 angulações (210 para cima, 90 para baixo e 100 direita/esquerda) permite completa observação da área digestiva superior. Ergonômicamente projetado para facilitar o manuseio dos Endoscópios a seção de controle foi redesenhada para fácil acesso e operabilidade. Qualidade de imagem superior no modo Full Height quando combinado com o CV-160 central do sistema de vídeo. Completamente compatível com os CV-160/140/100/145/E. A função ID Scope prove informações sobre o Endoscópio mostrando na tela do monitor e facilita a administração das salas de endoscopia. Sistema óptico Campo de visão (visão frontal) Profundidade do campo do visão 3~100 mm Ponta distal Diâmetro exterior da ponta distal 8.6 mm Tubo de inserção Diâmetro exterior do tubo de inserção 8.6 mm Seção de angulação Angulações 210 para cima 90 para baixo 100 direta/esquerda 1030 mm 1345 mm Canal de instrumentos Diâmetro interno do canal de biópsia 208 mm 3 mm da ponta distal EVIS EXERA DUODENOVIDEOSCÓPIO OLYMPUS TJF TIPO 160F Características poderosas Oferecem Resultados comprovados Capacidade de tratamento soberba com canal de 4.2 mm de diâmetro excepcionalmente grande que acomoda ampla variedade de acessórios de Endoterapia inclusive uma variedade de stents. Nova ponta distal que reúne a lente objetiva e o elevador de fórceps mais próximos para melhorar a operabilidade e a canulação. Novo design dos controles de angulação projetados para facilitar a operabilidade. Tubo de inserção delgado com 11.3 mm. Ergonômicamente projetado para facilitar a operabilidade. Completamente compatível com os CV-160/140/100/E/145. A função ID Scope prove informações sobre os Endoscópios e facilita a administração das salas de Endoscopia. Sistema óptico Campo de visão retrógrado (visão frontal) Profundidade do campo do visão 5~60 mm Ponta distal Diâmetro exterior da ponta distal 13.2 mm Tubo de inserção Diâmetro exterior do tubo de inserção 11.3 mm Seção de angulação Angulações 210 para cima 90 para baixo 110 direta 90 esquerda 1240 mm 1550 mm Canal de instrumentos Diâmetro interno do canal de biópsia 4.2 mm 10 mm da ponta distal

COLONOVIDEOSCÓPIO CF-Q160AL/I

Características fundamentais e exlusivas para um avançado desempenho A flexibilidade do tubo de inserção pode ser ajustada de acordo com as condições internas e contornos do Colon simplesmente girando um controle situado abaixo da seção de controle do Colonoscópio. Capacidade superior de operação e inserção fazem deste Colonoscópio ideal para todas as aplicações incluindo os procedimentos de rotina. As imagens grandes que este colonoscópio proporciona asseguram uma visão bem definida e com cores verdadeiras. Quando usado em combinação com nossa Bomba de Irrigação de água e a Central de Vídeo CV-160 uma visão constantemente clara esta assegurada. Esta Bomba de Irrigação pode ser acionada ao simples toque de um botão na seção de controle do Colonoscópio irrigando água através de um canal auxiliar de jato d água que lava e remove muco e resíduos de dentro do Colon. Campo de visão amplo de 140 e angulação da ponta distal em quatro direções (180 para cima/baixo e 160 para direita/esquerda) permitem a observação completa e compreensiva do Colon. Tubo de inserção delgado de 12.8 mm de diâmetro exterior reduz o desconforto do paciente. O amplo canal de instrumentos de 3.7 mm assegura alta capacidade de sucção, mesmo quando um acessório esteja sendo utilizado em seu interior. A seção de controle foi ergonômicamente redesenhada para melhor operabilidade e conforto do usuário. Os novos controles de angulações e botões de funções também foram melhorados para facilitarem o manuseio. Totalmente compatível com as processadoras CV-160/145/140. A função ID Scope provê informações do endoscópio utilizado e apresenta estas informações na tela do monitor para facilitar a administração das salas de endoscopia. Sistema óptico Campo de visão (visão frontal) Profundidade do campo do visão 3~100 mm Ponta distal Diâmetro exterior da ponta distal 12.8 mm Tubo de inserção Diâmetro exterior do tubo de inserção L/I 12.8mm Seção de angulação Angulações 180 para cima 180 para baixo 160 para direita 160 para esquerda L 1680 mm, I 1330 mm, L 2005 mm, I 1655 mm, Canal de instrumentos Diâmetro interno do canal de biópsia 3.7 mm 5 mm da ponta distal EVIS EXERA COLONOVIDEOSCÓPIO OLYMPUS PCF TIPO 160AL/I Principais características para Desempenho Avançado Pode ser ajustada a flexibilidade do tubo de inserção conforme as condições internas e contornos do cólon, simplesmente virando um botão debaixo da seção de controle. Mais fino que os colonoscópios convencionais com um tubo de inserção de 11.5 mm de diâmetro exterior, contudo com um canal de biópsia com 3.2 mm de diâmetro interno que é satisfatório para colonoscopia rotineira. Qualidade de imagem superior quando utilizado o modo Full Height combinado com o CV-160 central do sistema de vídeo. 140 de campo de visão e 4 extensas angulações (180 para cima e para baixo e 160 direita/esquerda) permite completa observação do cólon. Ergonômicamente projetado para facilitar o manuseio a seção de controle foi redesenhada para melhorar a operabilidade. Completamente compatível com os CV-160/140/100/E/145. A função ID Scope prove informações sobre o Endoscópio e facilita a administração das salas de Endoscopia. Sistema óptico Campo de visão (visão frontal) Profundidade do campo do visão 3~100 mm Ponta distal Diâmetro exterior da ponta distal 11.3 mm Tubo de inserção Diâmetro exterior do tubo de inserção 11.5 mm Seção de angulação Angulações 180 para cima 180 para baixo 160 para direta 160 para esquerda L 1680 mm, I 1330 mm, L 2005 mm, I 1655 mm, Canal de instrumentos Diâmetro interno do canal de biópsia 3.2 mm 5 mm da ponta distal

COLONOVIDEOSCÓPIO/SIGMOIDOVIDEOSCÓPIO OLYMPUS CF TIPO Q160L/I/S

Versatilidade aumentada e Desempenho Excelente Superior qualidade de imagem com tamanho de exibição grande provê detalhes aumentados de uma imagem plana. Quando usado em combinação com nossa bomba de irrigação e CV-160 central do sistema de vídeo, uma visão clara contínua é assegurada pela função do canal auxiliar de jato d água que lava e remove muco e resíduos de dentro do cólon ao toque de um botão no Colonoscópio. 140 de campo de visão e 4 extensas angulações (180 para cima e para baixo e 160 direita/esquerda). Canal de biópsia de 3.7 mm de diâmetro pode prover alta capacidade de sucção até mesmo quando fórceps esteja sendo usado, proporcionando imagens limpas e claras. Ergonômicamente projetado para facilitar o manuseio dos Endoscópios a seção de controle foi redesenhada para melhorar a operabilidade. Completamente compatível com os CV-160/140/145. A função ID Scope provê informações sobre os Endoscópios e facilita a administração das salas de Endoscopia. Sistema óptico Campo de visão (visão frontal) Profundidade do campo do visão 3~100 mm Ponta distal Diâmetro exterior da ponta distal 12.8 mm Tubo de inserção Diâmetro exterior do tubo de inserção L/I 12.8 mm e S 13.2 mm Seção de angulação Angulações 180 para cima 180 para baixo 160 para direita 160 para esquerda L 1680 mm, I 1330 mm, S 730 mm L 2005 mm, I 1655 mm, S 1040 mm Canal de instrumentos Diâmetro interno do canal de biópsia 3.7 mm 5 mm da ponta distal BRONCOVIDEOSCÓPIO EVIS EXERA, MODELO: BF-P160 Insuperável capacidade de inserção e extraordinária resolução Tubo de inserção delgado de 4.9 mm de diâmetro exterior. Adicionalmente a seção rígida da ponta distal é mais curta, com isso o raio de angulação é mais pequeno e o broncoscópio pode ser manobrado e inserido em seções estreitas da árvore brônquica. Excelente qualidade de imagem é exibida no monitor mesmo quando utilizando o modo de tela cheia do CV-160. Compatível somente com a processadora CV-160. A moderna seção de controle foi redesenhada para melhorar a operabilidade e minimizar a fatiga do operador. Totalmente isolado o BF-P160 permite a realização de procedimentos com eletrocautérios e laser com segurança. Canal de biópsia de 2.0 mm de diâmetro para sucção e instrumentação. Os 120 de ângulo de visão e a angulação da ponta distal em duas direções (180 para cima e 130 para baixo) permitem a observação completa do trato bronquial. Utiliza os mesmos tipos de válvulas de controle de sucção e do canal de biópsia que os broncofibroscópios e broncovideoscópios de modelos anteriores. A função ID Scope provê informações sobre o videobroncoscópio série 160 utilizado e apresenta estas informações sobre o monitor para facilitar a administração da sala de endoscopia. Sistema óptico Campo de visão 120 Direção de visão 0 (visão frontal) Profundidade de campo de visão 3~100 mm Tubo de inserção Diâmetro exterior da ponta distal 4.8 mm Diâmetro exterior do tubo inserção 4.9 mm 600 mm 870 mm Canal de instrumento Diâmetro interno do canal 2.0 mm Distância visível mínima 3 mm da ponta distal Seção de controle Angulações 180 para cima, 130 para baixo Compatibilidade Eletrocautérios SIM Compatibilidade Laser YAG, 810 nm diodo 180 Para Cima Canal de Instrumentos 130 Para Baixo e Sucção Guia de luz Lente objetiva Guia de luz

BRONCOVIDEOSCÓPIO EVIS EXERA, MODELO: BF-1T160

Grande capacidade terapêutica e alta qualidade de imagem Apesar do tubo de inserção de 6.0 mm de diâmetro exterior incorpora um amplo canal de biópsia de 2.8 mm de diâmetro que garante uma grande capacidade de sucção e a realização de procedimentos terapêuticos que incluem a endosonografía. Excelente qualidade de imagem é exibida no monitor mesmo quando o modo de tela cheia do CV-160 é utilizado. Compatível com as processadoras CV-E/100/140/145/160. A seção de controle moderna foi totalmente redesenhada para melhorar a operabilidade e encaixar confortávelmente na mão do operador minimizando a fatiga. Totalmente isolado o BF-1T160 permite a realização de procedimentos eletrocirúrgicos com eletrocautério e laser com segurança. Os 120 de ângulo de visão e a angulação da ponta distal em duas direções (180 para cima e 130 para baixo) permitem a observação completa do trato bronquial. Utiliza os mesmos tipos de válvulas de controle de sucção e do canal de biópsia que os broncofibroscópios e broncovideoscópios de modelos anteriores. A função ID Scope provê informações sobre o endoscópio utilizado e apresenta estas informações sobre o monitor para facilitar a administração da sala de endoscopia. 180 PARA CIMA 130 PARA BAIXO Canal de Instrumentos e Sucção Guia de luz Lente objetiva Guia de luz Sistema óptico Campo de visão 120 Direção de visão 0 (visão frontal) Profundidade de campo de visão 3~100 mm Tubo de inserção Diâmetro exterior da ponta distal 6.0 mm Diâmetro exterior do tubo de inserção 6.0 mm 600 mm 870 mm Canal de instrumento Diâmetro interno do canal 2.8 mm Distância visível mínima 3 mm da ponta distal Seção de controle Angulações 180 para cima, 130 para baixo Compatibilidade Eletrocautérios SIM Compatibilidade Laser YAG, 810 nm diodo BRONCOVIDEOSCÓPIO EVIS EXERA, MODELO: BF-160 Imagens de alta qualidade e resolução para uma observação precisa Imagens comparadas as obtidas com um videoendoscópio gastroentestinal com um tubo de inserção delgado de 5.3 mm. Canal de biópsia de 2.0 mm de diâmetro interno que permite sua aplicação em procedimentos de rotina. Excelente qualidade de imagem é exibida no monitor mesmo quando utilizando o modo de tela cheia do CV-160. Compatível com as processadoras CV-E/100/140/145/160. A moderna seção de controle foi redesenhada para melhorar a operabilidade e minimizar a fatiga do operador. Totalmente isolado o BF-160 permite a realização de procedimentos com eletrocautérios e laser com segurança. Os 120 de ângulo de visão e a angulação da ponta distal em duas direções (180 para cima e 130 para baixo) permitem a observação completa do trato bronquial. Utiliza os mesmos tipos de válvulas de controle de sucção e do canal de biópsia que os broncofibroscópios e broncovideoscópios de modelos anteriores. A função ID Scope provê informações sobre o videobroncoscópio série 160 utilizado e apresenta estas informações sobre o monitor para facilitar a administração da sala de endoscopia. Sistema óptico Campo de visão 120 Direção de visão 0 (visão frontal) Profundidade de campo de visão 3~100 mm Tubo de inserção Diâmetro exterior da ponta distal 5.3 mm Diâmetro exterior do tubo inserção 5.2 mm 600 mm 870 mm Canal de instrumento Diâmetro interno do canal 2.0 mm Distância visível mínima 3 mm da ponta distal Seção de controle Angulações 180 para cima, 130 para baixo Compatibilidade Eletrocautérios SIM Compatibilidade Laser YAG, 810 nm diodo 180 PARA CIMA 130 PARA BAIXO Canal de Instrumentos e Sucção Guia de luz Lente objetiva Guia de luz

PRODUTOS AUXILIARES:

MB-155 OFP-1 ENDOSONIC MB-155 LEAKAGE TEST (TESTE DE INFILTRAÇÃO) Usando o MB-155 voce pode detectar prematuramente perfurações em seu equipamento de endoscopia e assim minimizar os custos de manutenção. Fácil de usar, o MB-155 é ferramenta imprescindível em todo serviço de endoscopia.

WM-N60 OFP-1 BOMBA DE IRRIGAÇÃO A bomba de irrigação de Água facilita seu procedimento e é equipamento indispensável em seu sistema de videoendoscopia. Podendo ser acionada remotamentecom um simples toque no botão de seu endoscópio EVIS EXERA 160 série ou através de um pedal de controle, esta bomba de irrigação é compacta e é a escolha ideal para sistemas de Videoendoscopia.

TC-P2 ENDOSONIC LAVADORA ULTRASÔNICA DE ACESSÓRIOS DE ENDOSCOPIA A endosonic tem sido especificamente designada para a limpeza de acessórios de endoscopia, incluindo pinças de biópsia, e outros acessórios. Para uma limpeza profunda e segura a endosonic remove todos os resíduos de secreção reduzindo os riscos de corrosão e aumentando a vida útil de seus acessórios. A endosonic utiliza sistema automático de lavagem com seleção do tempo desejado e é a escolha correta para limpeza de acessórios de Endoscopia.

WM-N60 TROLLEY PARA SISTEMAS DE VIDEOENDOSCOPIA COMPACTO

O WM-N60 é um revolucionário novo conceito em estações de trabalho para suporte de sistemas de videoendoscopia Olympus. Combinando os benefícios de organização e segurança o trolley WM-N60 é sem dúvida a solução para acondicionar seu sistema de videoendoscopia, com a vantagem de economizar espaços na sala de endoscopia. A plataforma do monitor é rotativa para otimizar a posição e facilitar a visualização, com prateleiras ajustáveis e suporte de Endoscópios e acessórios o WM-N60 é a escolha certa para seu sistema de videoendoscopia Olympus. TC-P2 TROLLEY COMPACTO PARA SISTEMAS DE VIDEOENDOSCOPIA O TC-P2 é um trolley ultra compacto para acomodar sistemas de videoendoscopia, com prateleiras ajustáveis, suporte para Endoscópios e acessórios e rodas para transporte fazem do TC-P2 a solução prática para sua sala de endoscopia com economia de espaços. Fácil de limpar e transportar o TC-P2 é a escolha certa para seu sistema de videoendoscopia Olympus. Solo acepta monitores de 14″. OEV-203/143 MONITOR COLORIDO DE VÍDEO O OEV provê alta resolução, com imagens claras e bem definidas através do HR (High Resolution) Triniton. A seleção de sinal NTSC ou PAL é automática para sua comodidade. O OEV possue diversas funções que podem ser selecionadas facilmente no menu no painel frontal do monitor. Você pode ainda selecionar os modos Underscan ou Overscan no painel frontal do OEV conforme a sua necessidade. Tudo isto faz do OEV o monitor perfeito para seu sistema de videoendoscopia Olympus.

 

Fonte: https://docplayer.com.br/34535744-Evis-exera-serie-160.html

 

Processadoras Fujinon Disponíveis

Processadora Fujinon EPX-4450HD
EPX-4450HD
Processadora Fujinon EPX-4400 HD
EPX-4400
Video-Processadora-Usada-para-Endoscopia-Fujinon-EPX-2500
EPX-2500
Video-Processadora-Usada-para-Endoscopia-Fujinon-EPX-2200
EPX-2200

Processadoras Pentax Disponíveis

Video-Processadora-Usada-para-Endoscopia-Pentax-EPK-i
EPK-i
Video-Processadora-Usada-para-Endoscopia-Pentax-EPK-1000
EPK-1000
Video-Processadora-Usada-para-Endoscopia-Pentax-EPK-700
EPK-700
Video-Processadora-Usada-para-Endoscopia-Pentax-EPM-3500
EPM-3500

Processadoras Olympus Disponíveis

Video-Processadora-Usada-para-Endoscopia-Olympus-CV-190
CV-190
essadora-Usada-para-Endoscopia-Olympus-CV-180
CV-180
Processadora-Olympus-CV-170-Melhor-Preço-Compra-Venda-Aluguel
CV-170
Processadora-Olympus-CV-160-Melhor-Preço-Compra-Venda-Aluguel
CV-160
Video-Processadora-Usada-para-Endoscopia-Olympus-CV-150
CV-150

Guia de Compra Processadoras para Endoscopia

Comprar Endoscópios : Passo a Passo

1 > Defina o fabricante do aparelho de endoscopia Pentax, Olympus, Fujinon, Huger.

2 > Defina o modelo do aparelho de endoscopia ou endoscópio que deseja comprar

3 > O vendedor de endoscópios deve oferecer uma ampla gama de serviços, tais como manutenção de aparelhos de endoscopia, gastroscópios, colonoscópios e vídeo processadoras,

4 > Verifique a REPUTAÇÃO da empresa vendedora de endoscópios via Reclame Aqui, referências de outros médicos que também compraram, garantias, endereço do fornecedor. Desconfie, e muito, de ofertas muito abaixo dos concorrentes sérios. As placas internas do aparelho, conexões, fibras, transformes podem ser de baixa qualidade.

5 > Opte sempre por equipamentos de endoscopia usados ou novos à venda de alta qualidade

6 > Analise o preço do equipamento de endoscopia, compare cotações

7 > O valor do endoscópio deve ser considerado num todo, na relação custo benefício

8 > Faça sua aquisição com base no preço do sistema de endoscopia completo, endoscópios, processadoras, garantia e prazos de pagamento

Itens do Sistema de Endoscopia Médica Completo

Processadora De Imagens Com Alta Resolução

Fonte De Luz Xenon

Gastroscópio (Tubo Alto para EDA)

Colonoscópio (Tubo Baixo)

Monitor Grau Médico

Carrinho De Equipamentos De Endoscopia

Armário para Endoscópios Anvisa RDC-6

Nobreak Com Potência De 2000va/1400wa

Características Técnicas da Processadora de Imagem

Saída de sinal de vídeo de alta definição de no mínimo 1080 linhas de definição horizontal
Saídas de vídeo: HD-SDI, DVI-D, DVI-I, RGB, S-VÍDEO, BNC
Auste de cores de no mínimo 3 modos - Ideal 5 ou mais
Ajuste de contraste com no mínimo 2 modos
Sistema de cromoscopia virtual, com controle de contraste e brilho das imagens
Função para Congelador de imagem
Inserção de dados pessoais dos pacientes, dos médicos e dos procedimentos realizados
Dispositivo de controle da saturação de luz
Dispositivo para aumento da imagem - Magnificação
Filtro para impedir a entrada de sujidades e resíduos para o interior da processadora
Alimentação elétrica: 100-240 v/ 60HZ

Características Técnicas do Gastroscópio

Captação da imagem através de CCD colorido ou CMOS acoplado com imagem em alta definição de no mínimo 1080 linhas de definição horizontal
Visualização das imagens em tela cheia no monitor
Totalmente imersível
Comando eletrônico no corpo de operação do videogastroscópio
Cromoendoscopia virtual sem a utilização de corante, disponibilizado pela processadora ou fonte de luz
Esterilizável por óxido de etileno ou ácido peracético ou outro princípio ativo aprovado pela vigilância sanitária estadual ou ANVISA
Sistema de coloração supravital
Sistema de zoom de ampliação de imagem
Campo de visão de 140 graus no mínimo
Faixa mínima de foco de 4 mm a 100 mm
Diâmetro do tubo de inserção de 9,3 mm ± 1,0 mm
Diâmetro mínimo do canal de trabalho de 2,8 mm ± 0,2 mm
Comprimento tubo de inserção de no mínimo 1050 mm ± 50,0 mm
Flexibilidade mínima de 210º ± 10º graus para cima e 90 ± 10º graus para baixo
Flexibilidade mínima de 100 ± 10º graus para esquerda e 100 graus ± 10º graus para direita

Características Técnicas do Colonoscópio

Captação da imagem através de CCD colorido ou CMOS acoplado com imagem em alta definição de no mínimo 1080 linhas de definição horizontal
Visualização das imagens em tela cheia no monitor
Totalmente imersível
Comando eletrônico no corpo de operação do videogastroscópio
Cromoendoscopia virtual sem a utilização de corante, disponibilizado pela processadora ou fonte de luz
Esterilizável por óxido de etileno ou ácido peracético ou outro princípio ativo aprovado pela vigilância sanitária estadual ou ANVISA
Sistema de coloração supravital
Sistema de zoom de ampliação de imagem
Campo de visão de 140 graus no mínimo
Faixa mínima de foco de 4mm a 100mm
Diâmetro do tubo de inserção de 9,3mm ± 1,0 mm
Diâmetro mínimo do canal de trabalho de 3,5mm ±0,5 mm
Comprimento tubo de inserção de no mínimo 1600 mm
Flexibilidade mínima de 180 gruas para cima e 180 graus para baixo
Flexibilidade mínima de 160 graus para esquerda e 160 graus graus para direita

Características Técnicas Da Fonte de Luz

Luz Xenon 300W
Lâmpada de LED, com vida útil de no mínimo 10.000 horas
Deverá possuir LED classe 1 para segurança contra radiação óptica
Deverá possuir eficiência luminosa mínima de 90 lm/W
Alimentação elétrica: 100-240 v/ 60HZ
Deverá possuir controle de luz automático controlado pelo sinal do controle da processadora de vídeo
Lâmpada e/ou placa de LED sobressalente

Características Técnicas do Monitor Grau Médico

Tamanho 19 polegadas mínimo
Compatível com sistema PAL e NTSC
Monitor de grau médico profissional atendendo a IEC 60601-1
Resolução de 1920 x 1080, no mínimo
Entradas: BNC, Y/C, RGB, SDI, DVI-D, vídeo composto
Sinais de saída: BNC, Y/C, RGB, S-VIDEO, DVI
Ajustes: cor, volume, freqüência, brilho, gama, temperatura de cor, abertura
Alimentação elétrica: 100-240 v/ 60HZ;

Características Técnicas do Sistema de Captura

Placa de aquisição que garanta a mesma qualidade de imagem fornecida pela processadora de vídeo, compatível com o computador e a processadora de vídeo;
Software para registro do exame baseado em plataforma Windows, que permita edição e gerenciamento dos dados de pacientes;
Capacidade de gravação de no mínimo 5 horas de vídeo e 10.000 imagens;
O equipamento deverá vir acompanhado de todos os recursos de software e hardware necessários para armazenamento e transmissão de imagens médicas no padrão DICOM 3.0, oferecendo no mínimo o serviço DICOM de “usuário de classe de serviço de armazenamento” denominado store scu, de forma que exames realizados com o equipamento possam ser armazenados em um servidor de imagens DICOM compatível qualquer a ser definido pelo usuário final;
O software DICOM habilitado para funcionamento e devidamente licenciado: com Print, Storage SCP/SCU, Storage Commitment, Worklist, Query/Retrieve SCP/SCU, MPPS;
Permitir a configuração das “entidades de aplicação “ae titles” que são utilizadas como “provedores” de serviço de armazenamento “store scps;
Manuais de configuração da comunicação DICOM e de documento contendo as senhas administrativas necessárias para a configuração dessa comunicação e também da interface para a configuração da rede tcp/ip do equipamento, incluindo-se ai a senha de “super-usuário” do equipamento.

Características Técnicas do Computador

Processador de no mínimo 3.5 GHz, 6 núcleos e 12MB de memória Cachê
Memória RAM no mínimo 4GB, DDR-3 ou Superior
Monitor LED de no mínimo 19”
Disco Rígido ou SSD com, no mínimo, 500GB de espaço
Leitor e gravador de DVD-RW
Portas USB frontais;
Placa de rede 10/100 Mbits
Placa de vídeo de 4GB
Teclado compatível com língua portuguesa
Mouse óptico
Alimentação elétrica: 100-240 v/ 60HZ

Características Técnicas Do Troley - Carrinho

Prateleiras/gavetas e capacidade de carga para suportar processadora, fonte de luz, monitor, computador, endoscópios
Rodízios de dupla giratórios com tamanho mínimo de 5 polegadas e sistema de freios
Braço articulado para fixação de monitores, padrão VESA

Acessórios para Aparelhos de Endoscopia

Pinça biopsia reutilizável e autoclavável a vapor saturado
Conjunto para limpeza de canais e lentes
Alça de polipectomia reutilizável e autoclavável a vapor saturado
Pinça dente de rato para corpo estranho reutilizável e autoclavável a vapor saturado
Pinça tipo tripé reutilizável e autoclavável a vapor saturado
Válvula de aspiração sobressalente
Válvulas de canal de biópsia
Teste de vazamento compatível
Maleta de acondicionamento para transporte

Comparativo entre os Aparelhos de Endoscopia Mais Usados e Vendidos no Brasil

Os sistemas de endoscopia flexível, sejam para endoscopia alta, endoscopia baixa (colonoscopia) e/ou duodenoscopia são basicamente iguais entre si, falando-se das marcas e modelos correntes, tendo em vista que a única diferença é o preço do aparelho de endoscopia e a preferência do médico pelo fabricante Fujinon, Pentax ou Olympus. As três melhores marcas de aparelhos de endoscopia disputam, inclusive, o mercado de equipamentos endoscopia digital, como por exemplo, o EPK-i Pentax, a Fujinon EPX-4400 e a Olympus CV-190.

Exemplo: O sistema de endoscopia Pentax com vídeo processadora EPK-1000 + vídeo gastroscópio EG-2970K + videocolonoscópio EC-3872LK tem o mesmo desempenho em termos de exames que o do fabricante Olympus composto por vídeo processadora CV-160, fonte de luz Olympus CLV-160, vídeo gastroscópio GIF-Q160 e vídeo colonoscópio CF-Q160L0 .

Também é verídico dizer que o sistema de endoscopia Fujinon composto por vídeo processadora EPX-2200, vídeo gastroscópio EG-250WR5 e vídeo colonoscópio EC-250HL5 se equivale aos outros dois sistemas descritos acima, sendo esses três, basicamente os líderes de mercado e de uso nas clínicas de endoscopia alta e endoscopia baixa.

Fujinon EPX-2200 versus Pentax EPK-1000

A Pentax EPK-1000 é a maior concorrente da EPX-22000 tanto no em mercado de sistemas de endoscopia usados quanto novos. Comercialmente, a EPX-2220 da Fujinon é muito aceita no serviço público e entre médicos que já trabalhavam com equipamentos de vídeo endoscopia da FujiFilm. A Pentax EPK-1000 leva vantagem na preferência de médicos novos e alguns vendedores consideram este modelo Pentax como o mais robusto, o "Fusca" da endoscopia, alusão ao carro da VW que fazia tudo e nunca quebrava.
No que se refere às imagens endoscópicas, a vídeo processadora EPX-2200 usada em conjunto com os endoscópios Fujinon tecnologia G5 produz qualidade de imagem em tela cheia superior à EPK-1000.

Sistema Fujinon EPX-2200 versus Aparelho Olympus Evis Exera CV-160

O preço do sistema de vídeo endoscópio Fujinon EPX-2200 é o grande diferencial em relação vídeo endoscópio CV-160. Embora as tecnologias se equivalham, o valor do aparelho EPX-2200 Fujinon usado chega a ser 30% menor que o concorrente CV-160 Olympus.

Aparelhos de endoscopia Huger

O preço dos vídeos endoscópios chineses de faixa de aplicação semelhante ao aparelho de endoscopia Fujinon EPX-2500 ou Olympus CV-150 a vantagem oferecida pela chinesa Huger, que recentemente obteve certificação européia para comercialização e, por óbvio, detém licença Anvisa também. Com relação à qualidade do equipamento, as marcas japoneses e americanas continuam na preferência dos gastroenterologistas. EPX-2200, EPK-100, CV-160 e demais sistemas Pentax, Olympus e Fujinon ainda detém 90% do mercado de endoscopia usado no Brasil.

8 Passos Essenciais para Aumentar a Durabilidade dos Endoscópios

Limpeza dos equipamentos eletrônicos por técnico capacitado

Desobstrução e limpeza canais dos endoscópios com ferramentas e técnicas referenciadas pelo fabricante

Completa revisão e limpeza dos tubos e canais endoscópios

Troca dos anéis de vedação, válvulas e recipientes de água

Auditoria e Reparação (se necessário) das Micro Câmeras CCD´s

Auditoria e Reparação(se necessário) de processadoras de imagem

Auditoria e Recondicionamento (se necessário) da ponta flexível

Auditoria e Reparação(se necessário) do sistema de angulação

10 Passos para Limpeza e Desinfecção do Aparelho de Endoscopia Conforme ANVISA

Após o procedimento deve-se realizar a limpeza do resíduo com gaze

Aspirar sabão para limpeza da secreção interna

Transportar o aparelho de endoscopia com cuidado para a área de limpeza e recipiente exclusivo para aparelhos sujos

Os profissionais responsáveis pela limpeza e desinfecção devem estar usando equipamentos de proteção individual (máscara, luvas, óculos, aventais...)

Deve-se realizar o teste de insuflação periodicamente e sempre que houver suspeita de perfuração

Deve-se injetar detergente nos canais do aparelho e realizar a escovação. Este procedimento deve ser repetido até não haver mais resíduos nos canais.

Após a escovação deve-se injetar água nos canais para limpeza dos resíduos

As bordas dos canais e as válvulas devem ser escovadas

Lavar e secar o aparelho

Após esta sequência o aparelho deve ser encaminhado para a desinfecção

7 Passos para Desinfecção de Endoscópios de Alto Nível

O Processo que elimina todos os patógenos, exceto esporos de bactérias e prions

1 > O endoscópio flexível é colocado na cuba ou máquina, onde conecta-se os canais de biopsia e sucção e inicia-se o ciclo com o desinfetante

2 > O tempo no desinfetante depende da bula emitida pelas fabrincate Fujinon, Pentax, Olympus e outras.

3 > Após o término, lavar o aparelho (inclusive os canais internos) com agua filtrada

4 > Secar os canais de biópsia e inserção com ar comprimido

5 > Antes de guardar o aparelho deve-se estilar álcool 70% nos canais para evitar umidade residual

6 > Guardar os tubos de endoscopia usados na posição vertical, desconectar todas as partes removíveis, evitar altas temperaturas e umidade

7 > Repetir a desinfecção antes do primeiro exame do dia

A limpeza elimina cerca de 99% dos microorganismos

 

RESOLUÇÃO-RDC Nº 6, DE 1o- DE MARÇO DE 2013 - Anvisa - Ministério da Saúde

<h2>RESOLUÇÃO-RDC Nº 6, DE 1o- DE MARÇO DE 2013</h2>

Dispõe sobre os requisitos de Boas Práticas de Funcionamento para os serviços de endoscopia com via de acesso ao organismo por orifícios exclusivamente naturais.

Fonte: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/anvisa/2013/rdc0006_10_03_2013.html

A Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, no uso das atribuições que lhe conferem os incisos III e IV, do art. 15 da Lei n.º 9.782, de 26 de janeiro de 1999, o inciso II, e §§ 1° e 3° do art. 54 do Regimento Interno aprovado nos termos do Anexo I da Portaria nº 354 da ANVISA, de 11 de agosto de 2006, republicada no DOU de 21 de agosto de 2006, e suas atualizações, tendo em vista o disposto nos incisos III, do art. 2º, III e IV, do art. 7º da Lei n.º 9.782, de 1999, e o Programa de Melhoria do Processo de Regulamentação da Agência, instituído por meio da Portaria nº 422, de 16 de abril de 2008, em reunião realizada em 21 de fevereiro de 2013,

CAPÍTULO I

DAS DISPOSIÇÕES INICIAIS

Seção I

Objetivo

Art. 1º Esta Resolução tem por objetivo estabelecer os requisitos de Boas Práticas de Funcionamento para os serviços de endoscopia com via de acesso ao organismo por orifícios exclusivamente naturais.

Seção II

Abrangência

Art. 2º Este Resolução aplica-se a todos os serviços de saúde públicos e privados, civis e militares que realizam procedimentos endoscópicos, diagnósticos e intervencionistas, com utilização de equipamentos endoscópicos flexíveis e rígidos, com via de acesso ao organismo por orifícios exclusivamente naturais.

Seção III

Definições

Art. 3º Para efeito deste Resolução são adotadas as seguintes definições:

I - acessório crítico ou produto para a saúde crítico: produto para a saúde utilizado em procedimento invasivo com penetração de pele, mucosas, espaços ou cavidades estéreis,tecidos subepiteliais e sistema vascular;

II - data limite de uso do produto esterilizado: prazo estabelecido pelo serviço de endoscopia ou pelo serviço responsável pela esterilização dos produtos, baseado em um plano de avaliação da integridade das embalagens, fundamentado na resistência destas, nos eventos relacionados ao seu manuseio (estocagem em gavetas, empilhamento de pacotes, dobras das embalagens), na segurança da selagem e na rotatividade do estoque armazenado;

III - evento adverso: agravo à saúde ocasionado a um paciente ou usuário em decorrência do uso de um produto submetido ao regime de vigilância sanitária, tendo a sua utilização sido realizada nas condições e parâmetros prescritos pelo fabricante;

IV - intercorrência: é a ocorrência de um evento inesperado em um procedimento médico, que não poderia ser em geral previsto ou alertado ao paciente;

V - limpeza: remoção de sujidades orgânicas e inorgânicas, com redução da carga microbiana presente nos produtos para saúde, utilizando-se água, detergentes, produtos e acessórios de limpeza, por meio de ação mecânica (manual ou automatizada), atuando em superfícies internas (lúmen) e externas, de forma a tornar o produto seguro para manuseio e preparado para desinfecção ou esterilização;

VI- produtos para saúde semicríticos: produtos que entram em contato com pele não íntegra ou mucosas íntegras colonizadas;

VII- produtos para saúde não críticos: produtos que entram em contato com pele íntegra ou não entram em contato com o paciente;

VIII - pré-limpeza: remoção da sujidade presente nos produtos para saúde utilizando-se, no mínimo, água e ação mecânica;

IX - produto para saúde de conformação complexa: produtos para saúde que possuam lúmen inferior a cinco milímetros com fundo cego, espaços internos inacessíveis para a fricção direta, reentrâncias ou válvulas;

X - rastreabilidade: capacidade de traçar o histórico, a aplicação ou a localização de um item por meio de informações previamente registradas;

XI - responsável técnico - RT: profissional de nível superior legalmente habilitado que assume perante a vigilância sanitária a responsabilidade técnica pelo serviço de saúde;

XII - sedação consciente: nível de consciência obtido com o uso de medicamentos, no qual o paciente responde ao comando verbal ou responde ao estímulo verbal isolado ou acompanhado de estímulo tátil;

XIII - sedação profunda: depressão da consciência induzida por medicamentos, na qual o paciente dificilmente é despertado por comandos verbais, mas responde a estímulos dolorosos;

XIV - serviço de endoscopia autônomo: serviço de endoscopia com CNPJ e alvará sanitário próprios, funcionando física e funcionalmente de forma independente, podendo estar inserido em outro estabelecimento de saúde;

XV - serviço de endoscopia não autônomo: unidade funcional pertencente a um estabelecimento de saúde; e

XVI - serviços de endoscopia com via de acesso ao organismo por orifícios exclusivamente naturais: serviços que realizam procedimentos endoscópicos, diagnósticos e intervencionistas, com utilização de equipamentos rígidos ou flexíveis, com via de acesso ao organismo utilizando a cavidade oral, nasal, o conduto auditivo externo, o ânus, a vagina e a uretra.

CAPÍTULO II

DAS BOAS PRÁTICAS DE FUNCIONAMENTO

Seção I

Condições Organizacionais

Art.4º Para cumprimento desta Resolução os serviços de endoscopia passam a ser classificados da seguinte forma:

I- serviço de endoscopia tipo I: é aquele que realiza procedimentos endoscópicos sem sedação, com ou sem anestesia tópica;

II- serviço de endoscopia tipo II: é aquele que, além dos procedimentos descritos no inciso I do Art. 4º, realiza ainda procedimentos endoscópicos sob sedação consciente, com medicação passível de reversão com uso de antagonistas;

III- serviço de endoscopia tipo III: serviço de endoscopia que, além dos procedimentos descritos nos incisos I e II do Art. 4º, realiza procedimentos endoscópicos sob qualquer tipo de sedação ou anestesia.

Parágrafo único. Quando não especificada a classificação, as determinações desta Resolução aplicam-se aos três tipos de serviços de endoscopia.

Art. 5º As atividades realizadas nos serviços de endoscopia autônomos e não autônomos devem estar sob responsabilidade de um profissional legalmente habilitado.

Art. 6º Todo serviço de endoscopia deve possuir:

I - registro diário dos procedimentos endoscópicos realizados, contendo data e horário do exame, nome do paciente, data de nascimento, sexo, procedimento realizado, nome do profissional que executou o procedimento e identificação do equipamento;

II - registro de intercorrências e eventos adversos, contendo data e horário do exame, nome do paciente, data de nascimento, sexo, identificação do equipamento, procedimento realizado, profissional que executou o procedimento e tipo de intercorrência ou evento adverso, além das medidas de suporte prestadas ao paciente;

III - registro de controle das substâncias e medicamentos sujeitos a controle especial (entorpecentes e psicotrópicos) utilizados durante o procedimento endoscópico; de acordo com as normas específicas vigentes; e

IV - registro de acidentes ocupacionais.

Parágrafo único. As exigências determinadas nos incisos I e II podem ser anotadas diretamente no prontuário para unidades tipo I.

Art. 7º Os registros de que trata este Resolução devem ser arquivados de forma a permitir a sua rastreabilidade, na ausência de legislação específica, o prazo de guarda mínimo é de cinco anos, para efeitos de inspeção sanitária.

Art. 8º Os requisitos para aquisição, guarda e controle dos medicamentos sujeitos a controle especial devem seguir normas específicas vigentes.

Art. 9º Deve estar disponível no serviço de endoscopia a documentação relativa às características técnicas, especificações de desempenho, instruções de operação e manutenção dos equipamentos e seus acessórios.

Art. 10. Em situações emergenciais, o serviço de endoscopia deve estar preparado para garantir a estabilização do paciente até que seja possível a sua remoção em condições de segurança ou a sua liberação para o domicílio.

Parágrafo único. Em situações que impliquem risco de vida, a transferência do paciente para um serviço de saúde de atendimento a urgências deve ser feita obrigatoriamente com o acompanhamento de um profissional legalmente habilitado.

Art. 11. O serviço de endoscopia deve prestar esclarecimentos a seus pacientes, de forma verbal e escrita, sobre os procedimentos propostos, expondo objetivos, evolução esperada, riscos e complicações mais frequentes.

Art. 12. O paciente submetido à endoscopia, nos serviços tipo II e III, sob qualquer tipo de sedação ou anestesia não tópica, só pode ser liberado na presença de um acompanhante adulto.

Art. 13. O serviço de endoscopia deve exigir que o paciente com idade inferior a dezoito anos e não emancipado ou que tenha sido considerado legalmente incapaz esteja acompanhado pelo responsável legal.

Seção II

Recursos Humanos

Art. 14. O serviço de endoscopia deve promover a capacitação de seus profissionais antes do início das atividades e de forma permanente, em conformidade com as atividades desenvolvidas.

Art. 15. As capacitações devem contemplar conteúdos relacionados aos seguintes temas:

I - prevenção e controle de infecção em serviços de saúde;

II - uso de Equipamento de Proteção Individual (EPI);

III - higienização das mãos;

IV- processo de limpeza, desinfecção, esterilização, armazenamento, transporte, funcionamento e manuseio dos equipamentos e acessórios;

V - monitoramento da eficácia dos saneantes;

VI - gerenciamento de resíduos; e

VII - atendimento de emergência.

Art. 16. Para a realização de qualquer procedimento endoscópico, que envolva sedação profunda ou anestesia não tópica são necessários:

I - um profissional legalmente habilitado para a realização do procedimento endoscópico; e

II - um profissional legalmente habilitado para promover a sedação profunda ou anestesia, e monitorar o paciente durante todo o procedimento até que o paciente reúna condições para ser transferido para a sala de recuperação.

Seção III

Atribuições do Responsável Técnico

Art. 17. Compete ao Responsável Técnico do serviço de endoscopia:

I - garantir a implementação das normas vigentes ao funcionamento do serviço de endoscopia;

II - prever e prover recursos humanos e materiais necessários ao funcionamento do serviço de endoscopia; e

III - garantir que todas as atribuições e responsabilidades profissionais estejam formalmente designadas, descritas e divulgadas aos envolvidos nas atividades de procedimentos diagnósticos e intervencionistas em endoscopia com via de acesso ao organismo por orifícios exclusivamente naturais.

Seção IV

Infraestrutura Física/ Recursos Materiais

Art. 18. O serviço de endoscopia deve possuir, no mínimo, os seguintes ambientes:

I - sala de recepção de pacientes;

II - sala de consulta/procedimento;

III - sala para recuperação, exceto para serviços de endoscopia tipo I; e

IV - sala para processamento de equipamentos, acessórios e outros produtos para a saúde, exceto para serviços de endoscopia tipo I.

Parágrafo único. Caso o serviço de endoscopia utilize no processamento produtos químicos para desinfecção de alto nível, independente da classificação do tipo de serviço, a limpeza e desinfecção devem ser realizadas obrigatoriamente na sala de processamento.

Art. 19. As dimensões das salas descritas nos incisos de I a IV devem ser compatíveis com o número de pacientes atendidos e com o tipo de procedimento realizado no local, preservando o fluxo de trabalho, o espaço reservado para circulação e a área ocupada para equipamentos e mobiliários.

Art. 20. O serviço de endoscopia tipo II deve possuir, no mínimo, os seguintes itens:

I - termômetro;

II - esfigmomanômetro;

III - estetoscópio;

IV - oxímetro de pulso com alarme;

V - oxigênio a 100% (cem por cento);

VI - aspirador;

VII - suporte para fluido endovenoso; e

VIII - carro ou maleta para atendimento de emergência cardiorrespiratória, contendo:

a) ressuscitador manual do tipo balão auto-inflável com reservatório e máscara;

b) cânulas naso e orofaríngeas;

c) laringoscópio com lâminas;

d) tubos endotraqueais;

e) sondas para aspiração;

f) materiais e medicamentos emergenciais; e

g) desfibrilador.

Art. 21. O serviço de endoscopia tipo III deve possuir, no mínimo, além dos itens discriminados no Artigo 20 desta Resolução, equipamentos, instrumental, materiais e medicamentos que permitam a realização do ato anestésico e recuperação pós-anestésica com segurança.

Art. 22. A sala de recuperação dos serviços de endoscopia tipo II e tipo III deve oferecer condições de acomodação com segurança e conforto durante o reestabelecimento do paciente.

Art. 23. É proibida a recuperação de pacientes submetidos à sedação ou anestesia não tópica fora da sala de recuperação.

Art. 24. A sala de processamento dos serviços de endoscopia deve possuir:

I - cuba para lavagem com profundidade suficiente para evitar respingos em suas laterais, no piso e no profissional;

II - bancada lisa e impermeável com dimensões compatíveis para a acomodação dos equipamentos, acessórios e outros produtos para a saúde a serem processados;

III - ponto de água que atenda os padrões de potabilidade conforme normatização vigente; e

IV- Sistema de climatização.

Art. 25. Os serviços de endoscopia tipo I, que não utilizam no processamento produtos químicos para desinfecção de alto nível devem possuir uma área para processamento de equipamentos, acessórios e outros produtos para a saúde com os seguintes itens:

I - cuba para lavagem com profundidade suficiente para evitar respingos em suas laterais, no piso e no profissional;

II - bancada lisa e impermeável com dimensões compatíveis para a acomodação dos equipamentos, acessórios e outros produtos

para a saúde a serem processados; e

III - ponto de água que atenda os padrões de potabilidade conforme normatização vigente.

Art. 26. O sistema de climatização da sala de processamento dos serviços de endoscopia deve atender aos seguintes requisitos:

I - garantir vazão mínima de ar total de 18,00 m3/h/m²;

II - manter um diferencial de pressão negativa entre os ambientes adjacentes, com pressão diferencial mínima de 2,5 Pa;

III - prover exaustão forçada de todo ar da sala com descarga para o exterior da edificação; e

IV - o ar de reposição pode ser proveniente dos ambientes vizinhos.

Art. 27. Caso o serviço utilize processo automatizado de limpeza, desinfecção e esterilização, a área física deve atender aos requisitos técnicos necessários para instalação do equipamento conforme indicação do fabricante e legislação vigente.

Art. 28. Para a secagem dos equipamentos com canais, os serviços devem dispor de ar comprimido medicinal, gás inerte ou ar filtrado, seco e isento de óleo.

Seção V

Processamento de equipamentos e acessórios

Art. 29. O serviço de endoscopia deve dispor de equipamentos e acessórios em quantidade suficiente para o número de pacientes atendidos, respeitando o tipo de procedimento e o tempo necessário para os respectivos processamentos.

Art. 30. Deve ser elaborado Procedimento Operacional Padrão (POP) no qual sejam detalhadas todas as etapas do processamento de equipamentos e acessórios utilizados nos procedimentos endoscópicos, respeitando a legislação referente ao uso dos agentes saneantes e as orientações contidas nos manuais de processamento do fabricante.

Parágrafo único. O POP deve ser aprovado pelo responsável técnico do serviço autônomo ou médico responsável do serviço não autônomo de endoscopia e estar disponível na sala de processamento para consulta pela equipe de saúde e pela autoridade sanitária competente.

Art. 31. A pré-limpeza do endoscópio deve ser realizada imediatamente após a finalização do procedimento com remoção da sujidade da superfície externa.

Parágrafo único. Sempre que o equipamento possuir canais deve haver a introdução de detergente sob pressão nestes, conforme orientação do fabricante.

Art. 32. A limpeza de equipamentos endoscópicos deve ser realizada no menor intervalo de tempo possível após a pré-limpeza, de acordo com a orientação do fabricante.

Art. 33. O processo de limpeza de todos os canais, válvulas e conectores devem incluir escovação e irrigação de todos os componentes externos e internos com utilização de detergente, conforme orientação do fabricante.

Art. 34. Após o processo de limpeza, os equipamentos endoscópicos e seus acessórios devem ser submetidos à secagem antes de qualquer método de desinfecção ou esterilização.

Art. 35. As escovas utilizadas na limpeza dos canais endoscópicos, quando passíveis de processamento, devem ser submetidas à limpeza e desinfecção a cada turno de trabalho.

Art. 36. O processo de desinfecção deve respeitar o tempo mínimo de exposição do equipamento ao produto utilizado, de acordo com a recomendação do fabricante e a legislação vigente.

Art. 37. É obrigatório realizar a monitorização dos parâmetros indicadores de efetividade dos agentes saneantes que possuem ação antimicrobiana como concentração, pH ou outros indicados pelo fabricante, no mínimo uma vez ao dia antes do início das atividades.

§1º Não podem ser utilizados saneantes que estejam com os parâmetros divergentes daqueles constantes do rótulo do produto.

§2º Os parâmetros monitorados (iniciais e subsequentes) devem ser registrados e arquivados pelo prazo mínimo de cinco anos e disponibilizados para consulta da autoridade sanitária.

Art. 38. Os endoscópios flexíveis, após serem submetidos a processamento, devem ser mantidos em posição vertical com preservação de alinhamento entre as duas extremidades até a sua utilização.

Art. 39. Quando for necessário o transporte do endoscópio entre a sala de procedimento e a sala de processamento, os endoscópios devem estar acondicionados em recipientes laváveis e com tampas diferentes para material sujo e limpo.

Parágrafo único. Quando a sala de processamento estiver contígua à sala de procedimento, o acondicionamento pode ser dispensado.

Art. 40. Quando o endoscópio for transportado para outro serviço de saúde, o processamento deve ser novamente realizado antes da sua utilização.

Art. 41. A limpeza dos produtos para a saúde com conformações complexas deve ser precedida de limpeza manual e complementada por limpeza automatizada em lavadora ultrassônica ou outro equipamento de eficiência comprovada.

Art. 42. Os acessórios e outros produtos para a saúde classificados como críticos devem ser submetidos à esterilização antes da sua utilização.

§1º O serviço de endoscopia poderá utilizar para esterilização de acessórios críticos e outros produtos para a saúde, o centro de material e esterilização do serviço de saúde no qual está fisicamente inserido ou empresa processadora devidamente licenciada pelo órgão sanitário competente.

§2º Para os casos referidos no parágrafo acima, os produtos para saúde devem ser encaminhados, após serem submetidos à limpeza no serviço de saúde, conforme Procedimento Operacional Padrão (POP), definido entre as partes envolvidas.

Art. 43. O serviço de endoscopia e a empresa processadora devem utilizar embalagens que garantam a manutenção da esterilidade do conteúdo, bem como a sua transferência sob técnica asséptica.

Art. 44. As embalagens utilizadas para a esterilização de produtos para saúde devem estar regularizadas junto à Anvisa, para uso especifico em esterilização.

Art. 45. A selagem de embalagens tipo envelope deve ser feita por termoseladora ou conforme orientação do fabricante.

Art. 46. Não é permitido o uso de caixas metálicas sem furos para esterilização de produtos para saúde.

Art. 47. É obrigatória a identificação nas embalagens dos produtos para saúde submetidos à esterilização por meio de rótulos ou etiquetas.

Art. 48. O rótulo de identificação da embalagem deve conter:

I - nome do produto;

II - data da esterilização;

III - data limite de uso;

IV - método de esterilização; e

V - nome do responsável pelo preparo.

Art. 49. Para a utilização de acessórios submetidos à esterilização, deverá ser obedecida a data limite de uso do produto esterilizado pelo serviço que a executou.

Art. 50. Não é permitido o uso de estufas para a esterilização de produtos para saúde.

Art. 51. Os produtos esterilizados devem ser armazenados em local limpo e seco, sob proteção da luz solar direta e submetidos à manipulação mínima.

Art. 52. É proibida a utilização de método manual de imersão em desinfetantes líquidos para fins de esterilização de produtos para a saúde.

Art. 53. Produtos para saúde utilizados na assistência ventilatória e anestésica não poderão ser submetidos à desinfecção por métodos de imersão química líquida com a utilização de saneantes à base de aldeídos.

Seção VI

Segurança e Saúde no Trabalho

Art. 54. Quando o procedimento implicar a utilização de Raios X, devem ser atendidos os requisitos estabelecidos no regulamento sanitário vigente para a proteção radiológica em radiodiagnóstico médico.

Art. 55. O serviço de endoscopia deve adotar as medidas de segurança ocupacional preconizadas pelo fabricante relativas ao uso de saneantes.

Art. 56. O trabalhador responsável pelo processamento deve utilizar gorro, óculos de proteção ou protetor facial, máscara compatível com o risco, luvas de borracha cano longo, avental impermeável, protetor auricular (de acordo com o risco), calçados fechados impermeáveis e antiderrapantes.

CAPÍTULO III

DAS DISPOSIÇÕES FINAIS E TRANSITÓRIAS

Art. 57. Os estabelecimentos abrangidos por esta Resolução terão o prazo de três meses a partir da data de sua publicação para promover as adequações necessárias.

§ 1º Para cumprimento do Artigo 18 e dos artigos 22 a 28 da Seção IV - Infraestrutura Física/Recursos Materiais, estabelece-se o prazo de doze meses;

§ 2º A partir da publicação desta Resolução, os novos serviços de endoscopia e aqueles que pretendem reiniciar suas atividades devem atender na íntegra às exigências nela contidas, previamente ao início de seu funcionamento.

Art. 58. O descumprimento das disposições contidas nesta Resolução constitui infração sanitária, nos termos da Lei n. 6.437, de 20 de agosto de 1977, sem prejuízo das responsabilidades civil, administrativa e penal cabíveis.

Art. 59. Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação.

Do Endoscópio Metálico ao Aparelho Endoscopia 4K

Os primeiros aparelhos de endoscopia usados eram metálicos e rígidos. O exame era muito sofrido, o paciente tinha que ser um verdadeiro engolidor de espada.
Além disso, o exame deixava vários pontos cegos no estômago ( não visíveis) e não progredia até o duodeno, como ocorre hoje em dia. Porém, os aparelhos eram grandes, calibre alto, grossos mesmo e difíceis de operar. Vieram os japoneses com sua capacidade de copiar e melhorar, de sorte que três grandes marcas passaram a dominar o mercado: Olympus, Fuji e Pentax. Agora chegou a vez da China correr atrás e surgiu a marca Huger que já alcançou certificação européia e oferece alta qualidade de imagem.

Qualidade dos Aparelhos Endoscópicos

Melhor imagem é o marcador mais confiável da evolução da endoscopia e do custo benefício dos endoscópios. Basicamente , os aparelhos de endoscopia podem ser divididos em fibroscópios e videoendoscópios gastrointestinais.  Os fibroscópios usados apenas por veterinários  levam a imagem ao examinador através de um sistema de fibras ópticas. Dominaram a endoscopia por décadas e são capazes de proporcionar ótimas imagens, embora limitadas em tamanho e resolução ( quantidade de pontos que forma a imagem) e o examinador precisa olhar diretamente na lente do aparelho Outra desvantagem é a dificuldade em registrar ( gravar) as imagens. Pode-se acoplar câmeras na ponta mas a imagem nunca é boa. Ainda é comprado por veterinários, dado ao baixo custo e à possibilidade de acoplagem de câmeras.

Vídeo Endoscópios com Processadoras de Imagens

Os videoendoscópios capturam as imagens através de um chip existente na ponta do aparelho. A imagem é mostrada num monitor colorido com impressionante resolução e nitidez, tal que permite enxergar detalhes que podem não ser vistos pelos aparelhos antigos. Além disso, o exame pode ser inteiramente gravado em DVD, as imagens podem ser congeladas, pode-se rever todo o exame quantas vezes se quiser ( o que às vezes permite ver coisas não observadas na hora do exame), pode-se comparar imagens antes e depois do tratamento, o aprendizado é muito mais fácil para os médicos , etc. Na figura abaixo, vemos que a imagem está sendo mostrada numa tela, sem necessidade de o médico fixar a visão numa lente. Atualmente o custo está acessível, bem diferente do início da tecnologia por aqui.

Aparelhos Olympus  HD e Fujinon HD + Cromoendoscopia  e a Pentax EPK-i com três módulos de pre-set para exames de vascularização, mucosas e sub mucosa em alta resolução são realidade em hospitais e clínicas de médio porte no Brasil. Sem falar na cápsula endoscópica, uma miragem, há 30 anos.

Surgimento dos Aparelhos de Endoscopia

A história da endoscopia é o casamento da técnica não médica com a medicina. A maior parte dos avançados vieram pela incorporação de tecnologia presentes em outras áreas. Dos artesãos aos processadoras de imagem em alta definição.

Primeiras Sondas Endoscópicas Usadas por Médicos

Desde das primeiras obstruções esofágicas, o homem primitivo buscou aparelhos para retirada de corpos estranhos no aparelho gastrointestinal. Sem lente, o vidro seria descoberto milhares de anos depois, nossos antepassados provavelmente utilizaram pinças endoscópicas para salvar seus pares.

O objetivo era encaminhar o corpo estranho ao natural percurso, esôfago abaixo.

Fabricius de Aquapendente e Ambroise Paré, no século XVI, utilizaram velas de cera, tubos feitos de couro, varetas de salgueiro revestidas com intestino e até penas de cisne. Paré é o pai de medicina de guerra e revolucionou a traumatologia.

Estas sondas evoluíram com o tempo, passando da ogiva de chumbo (século XVII) às pinças em formatos curvos ou em guarda-chuva (século XIX). A morte era comum, como em toda medicina intervencionista pré Pasteur e antibióticos.

Vídeo Endoscópio Usado Atualmente: 200 anos de evolução

O aparelho utilizado atualmente para estudo do trato gastro-intestinal (o vídeo-endoscópio) é fruto de quase 200 anos de evolução tecnológica.

As quatro fases dos aparelhos de endoscopia

> Endoscopia rígida (1809 – 1932)
> Endoscopia semi flexível (1932 – 1958)
> Endoscopia com fibras ópticas (1958 – 1981)
> Endoscopia eletrônica (1981 – presente)

De Bozzini à Endoscopia Digital

Historiadores médicos apontam Bozzini (1809) como o primeiro a considerar a possibilidade de um exame endoscópico do esôfago. Utilizando um espelho na garganta, é provável que ele não tenha visto nada além do esfíncter cricofaríngeo.
.
Vários modelos de fórcepes se sucederam, desenvolvidos por Voltolini (~1860), Semeleder e Stoerk (1866), Bevan e Waldenburg (1868).

Durante a era da endoscopia rígida dois obstáculos logo se apresentaram : o trato gastro-intestinal é escuro e não linear.

Endoscópios Semi-Flexível

A primeira esofagoscopia como a conhecemos hoje, isto é, a passagem de um tubo com iluminação para o esôfago, foi realizada pelo Professor Kussmaul de Freiburg em 1868. Ele utilizou o cistoscópio desenvolvido por Désormeaux em Paris, tendo aumentado o comprimento deste.

Os primeiros exames foram realizados em um engolidor de espada, e apesar deste ter tolerado bem o exame o resultado foi frustrante pois a iluminação era muito fraca.

Com a introdução da lâmpada elétrica de Edison (1878) a endoscopia evoluiu rapidamente.

Fonte de Luz

Um dos primeiros instrumentos a incorporar uma iluminação distal foi desenvolvido por Mikulicz ainda no século XIX. Os primeiros 30 anos do século XX foram marcados por aprimoramentos na forma do tubo, na articulação das lentes e na iluminação.

A endoscopia semi-flexível evoluiu com o trabalho conjunto de Georg Wolf (um fabricante de instrumentos de Berlin) e Rudolph Schindler, apresentado em 1932.

O endoscópio podia ser parcialmente flexionado na introdução, mas uma vez no estômago precisava ser retificado para acomodar as 50 ou mais lentes empregadas. Sua iluminação era fornecida por uma lâmpada de tungstênio alojada na extremidade distal do aparelho, sendo que a maior parte da energia luminosa era perdida ao percorrer suas diversas lentes. Esforços para aumentar o rendimento luminoso da lâmpada levaram à uma maior produção de calor e consequentemente a queimaduras gástricas.

O sistema endoscópio alemão de então demandava um bom treino para seu manuseio, assim como um bom assistente e uma anatomia favorável. Mesmo assim o estudo da mucosa gástrica era restrito (áreas cegas), o duodeno não era atingido, a documentação fotográfica não era possível, e a realização de biópsias só foi implementada em uma modificação posterior.

A fibroscopia óptica foi apresentada por dois artigos da Revista Nature de Janeiro de 1954. A partir destes trabalhos de Hopkins e Van Heel, o Professor Basil Hirschowitz (juntamente com Curtiss e Peters) da Universidade de Michigan iniciou o desenvolvimento do gastrofibroscópio.

Gastrofibroscópio

Em 1957 estava pronto um protótipo, o qual foi utilizado pelo Dr. Hirschowitz para estudar seu próprio estômago. Pouco depois realizou o primeiro exame em um paciente, sendo o aparelho descrito ainda em 1957 em um artigo da University of Michigan Medical Bulletin. O projeto foi aprimorado e comercialmente implantado pela American Cystoscope Makers, Inc. (ACMI, New York), sendo que o primeiro aparelho foi lançado no outono de 1960. O primeiro trabalho reportando o uso clínico deste novo e revolucionário endoscópio saiu na Revista Lancet de Agosto de 1963.

Fabricantes de Endoscópios Japoneses - A evolução

Era um instrumento muito diferente daquele que hoje dispõem milhares de serviços de endoscopia digestiva pelo mundo. Inúmeros aperfeiçoamentos foram somados ao longo dos anos, muitos deles pela indústria japonesa (Olympus, Machida, Pentax, Fujinon), que até pouco tempo dominaram o mercado.

Só agora, anos últimos 10 anos, é que os aparelhos de endoscopia Huger e outros chineses fabricantes de endoscópios rígidos tornaram-se conhecidos da classe médico, sendo frequentes em Feiras, como a Hospitalar Brasil de  2018, onde praticamente ⅓ do espaço destinado à vídeo cirurgia era ocupado por estandes de fabricantes de óticas, pinças e acessórios Made in China.

Aparelho Olympus EF tipo B - A revolução

Neste contexto, o ano de 1970 é tido como um marco da fibroscopia moderna. Foi o ano do lançamento do modelo Olympus EF tipo B - longo o bastante para atingir o duodeno e com dois comandos para movimentar a extremidade flexível, o que possibilitou pela primeira vez a realização de biópsias dirigidas.

A endoscopia eletrônica nasceu nos Laboratórios Bell da AT&T, onde em 1969 Boyle e Smith inventaram o CCD (charge-coupled semiconductor device). A eletrônica que vai à TV é a mesma que viaja ao escuridão de nossas cavidades.

Somente 10 anos após engenheiros da Welch Allyn conceberam o primeiro endoscópio eletrônico. Este aparelho foi apresentado à comunidade médica mundial em 1986, durante o Congresso Asiático Pacífico de Endoscopia.

Entretanto sua aceitação não foi unânime pois era muito calibroso e de difícil manejo. Logo após a empresa Olympus apresentou um endoscópio flexível mais fino e de fácil manejo, e o novo equipamento passou a substituir os fibroscópios em todo o mundo.

Estes aparelhos apresentam luzes sensitivas eletrônicas, têm aproximadamente 32.000 unidades de luzes sensitivas que transmitem um sinal eletrônico para um processador de vídeo e o direcionam para um monitor de TV (com cerca de 500.000 pontos de imagem).

Vantagens do Endoscópio com Fonte Luz

> Melhor imagem
> Facilidade de documentação (vídeo e fotos)
> Melhor postura do endoscopista com menor risco de contaminação por secreções
> Maior facilidade para o ensino em grupo.

No vídeo abaixo, um técnico desmonta e mostra como é internamente um endoscópio atual, no caso, um da marca Olympus.

 

Aparelhos para Endoscopia alta e baixa

Os aparelhos de endoscopia clínicos servem para diagnóstico da mucosa de todo o trato gastrointestinal dos seres humanos e também em animais, daí o termo e endoscópio veterinário , que, de fato, é o mesmo aparelho de endoscopia usado em pessoas. É com este equipamento que os médicos especialistas diagnosticam e fazem tratamento terapêutico das doenças gastrointestinais.

Tipos de endoscópios flexíveis por aplicação clínica

Fibroscópcios

Gastroscópios

Colonoscópios

Broncoscópios

Nasoendoscópios

Duodenoscópios

Enteroscópios

Fibroscópio

São os primeiros equipamentos de endoscopia alta e endoscopia baixa que foram lançados no mundo. São endoscópios flexíveis com visualização direta do médico através de sua lente, ou então interação com micro câmeras.

Videoendoscópio

Trata-se da evolução da endoscopia flexível. Os videoendoscópios usam placas eletrônicas e câmera integrada que devem ser utilizados junto com vídeo processadoras que através de tratamento de luz, controle de contraste, conseguem trazer uma maior profundidade de campo e resolução nos procedimentos de endoscopia alta e endoscopia baixa (colonoscopia). No que se refere às imagens endoscópicas, a vídeo processadora EPX-2200 usada em conjunto com os endoscópios Fujinon tecnologia G5 produz qualidade de imagem em tela cheia superior à EPK-1000.

Estrutura dos Endoscópios Flexíveis

Os endoscópios flexíveis à venda atualmente tem uma estrutura mecânica bastante fina e eletrônica através de captação de imagem via CCD (uma minúscula câmera na ponta) de altíssima definição para correta avaliação da mucosa em procedimentos de endoscopia alta e endoscopia baixa (colonoscopia). Basicamente a estrutura do endoscópio flexível é formada por tubo de inserção, tubo conector, canal de biópsia, canal de água e ar, manopla e ponta flexível.

Magnificação

Com a evolução da tecnologia, hoje já é possível ganhar um aumento da imagem de centenas de vezes em relação o tamanho real de uma lesão, com a magnificação ótica, (ou zoom ótico) nos endoscópios e colonoscópios eletrônicos

Tubo de inserção

É o tubo que é inserido no paciente, seja através da boca (na endoscopia alta) ou através do ânus (na endoscopia baixa, também conhecida como colonoscopia).

Tubo conector

É o tubo que se liga ao corpo do endoscópio flexível, sustentando suas principais estruturas de fibras e cabeamentos, levando e distribuindo luz e informações ao longo do equipamento.

Canal de biópsia

Esse canal é usado para realizar punções através de uso de pinça de biopsia durante o exame de endoscopia alta e/ou endoscopia baixa – colonoscopia.

Canal de água e ar

Utilizado para irrigações do endoscópio flexível, limpeza da lente frontal, jato de água e ar durante procedimentos de endoscopia para limpar a mucosa e obter uma melhor visualização.

Manopla

Utilizada em quatro posições para movimento da ponta do endoscópio: up (movimento acima), down (movimento abaixo), right (movimento para a direita) e left (movimento para a esquerda).

Ponta flexível

Movimentada através da manopla para que o médico possa visualizar o desejado em procedimentos de endoscopia alta e endoscopia baixa. Fica totalmente inserida no paciente nos segmentos gastro e colono.

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