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Guia de Compra Fujinon EPX-2200

1 > Processadora + Fonte de Luz Combinadas, gerando economia e mobilidade, com redução de 4 mm na altura, 10mm na circunferência e 100g no peso em relação à EPX-201 , conforme mostra a imagem abaixo

Dimensões Processadora Fujinon EPX-2200 Versus EPX-201

2 > Função BLV que aprimora a visibilidade de lesões nos vasos sanguíneos. Veja o comparativo nas imagens clínicas abaixo:

Imagens clínicas comparando a função BLV - Aprimoramento da Visualização dos Vasos Sanguíneos Desligada e Ligada
3 > Lâmpada Xenôn quatro vezes mais clara que as halôgenas, conforme mostrado na imagem abaixo

Luz Xenon 400 vezes mais brilhante em ação
4 > Ampliação instantânea das imagens em alta resolução ao toque de um botão, até duas vezes a magnificação
5 > Melhor custo benefício na mesma categoria de sistemas de endoscopia
6 > Redução de 20% no torque nos endoscópios, ergonomia e conforto ao médico
7 > Feita com Material e Placas Resistentes, gerando menor fadiga material e menor custo de manutenção
8 > Sistema único para limpeza e desinfecção
9> Sistema G5TM para duodenoscópios com sistema elevador que reduz o torque elevatório para o exame
10 > Lâmpada Xenon com luminosidade 400% maior que as sondas endoscópicas anteriores
11 > Compatíveis a todos endoscópios Fujinon, inclusive a linhas 4400 4 4450, tais como gastroscópios HD EG-250WR5, EG-530FP, EG-530WR, EG-590W, EG-590 e colonoscópios EC-590ZW/M, EC-590ZW/LEC-250HL5, EC-530FI, EC-530FL, EC-530WM-H eE C-530WM-S

Fujinon EPX-2200 versus Pentax EPK-1000

A Pentax EPK-1000 é a maior concorrente da EPX-22000 tanto no em mercado de sistemas de endoscopia usados quanto novos. Comercialmente, a EPX-2220 da Fujinon é muito aceita no serviço público e entre médicos que já trabalhavam com equipamentos de vídeo endoscopia da FujiFilm. Vão de uma EPX a outra. A Pentax EPK-1000 leva vantagem na preferência de médicos novos e alguns vendedores consideram este modelo Pentax como o "Fusca" da endoscopia, alusão ao carro da VW que fazia tudo e nunca quebrava.
No que se refere às imagens endoscópicas, a vídeo processadora EPX-2200 usada em conjunto com os endoscópios Fujinon tecnologia G5 produz qualidade de imagem em tela cheia superior à EPK-1000.

Sistema Fujinon EPX-2200 versus Aparelho Olympus Evis Exera CV-160

O preço do sistema de vídeo endoscópio Fujinon EPX-2200 é o grande diferencial em relação vídeo endoscópio CV-160. Embora as tecnologias se equivalham, o valor do aparelho EPX-2200 Fujinon usado chega a ser 30% menor que o concorrente CV-160 Olympus.

EPX-2200 versus aparelhos de endoscopia de fabricantes chineses

O preço dos vídeos endoscópios chineses de faixa de aplicação semelhante à processadora Fujinon EPX-2200 é a vantagem oferecida pelos representantes Huger e demais fabricantes aos médicos. Com relação à qualidade do equipamento, as marcas japoneses continuam na preferência dos gastroenterologistas. EPX-2200, EPK-100, CV-160 e demais sistemas Pentax, Olympus e Fujinon ainda detém 90% do mercado. Diga-se que os fabricantes de endoscopia da China aportaram há poucos anos ano. É questão aberta, que só o tempo dirá. No mercado de imagens, há o exemplo da Mindray, marca chinesa que já abocanha boa parte dos aparelhos de ultrassonografia do mercado brasileiro. Seu atrativo maior: o preço.

Broncoscópio

EB-270P

EB-270S

EB-270T

Colonoscópio

EC-250DL5

EC-250DM5

EC-250HL2

EC-250HL5

EC-250LP

EC-250LP5

EC-250LS5

EC-250MP5

EC-250WI5

EC-250WL5

EC-250WM5

Duodenoscópio

ED-200XU

ED-250XL5

ED-250XL8

ED-250XT5

ED-250XT8

Gastroscópios

EG-200CT

EG-200FP

EG-200HR

EG-201FP

EG-250CT5

EG-250D

EG-250D

EG-250PE5

EG-250WR5

EG-270N

EG-270N5

Enteroscópio

EN-200WM

Sigmoidoscópio

ES-200ER

ES-250WE5

Sistema de TV : NTSC/PAL
Fornecimento de Energia : AC 120V/230V
Zoom: Zoom Eletrônico X1,00 a X2,00 (0,05 etapas)
Memória: 44 pacientes
Procedimentos: 20 procedimentos
Fonte de Luz: Lâmpada de Xenôn de 150 watts
Lâmpada de Emergência: Halogênio de 75W
Dimensões :330 (L) X 430 (P) X 160 (A) mm, 13 X 16,9 X 6,3 polegadas
Peso :16 Kg
Saída da imagem: Vídeo (BNC) 1 canal S-Vídeo 2 canais RGB-VÍDEO 2 canais

Manual de Operações EPX-2200

Manual-Fujinon-EPX-2200

Link para Download:  EPX 2200 Fujinon Manual Operação

Manual de Operações EPX-2200

Link para Download: EPX 2200 Fujinon Manual Operação

Processador EVE EPX-2200

MANUAL DE OPERAÇÃO

(Ver. 2.*)

Este sistema foi construído de forma que possa somente ser instalado pelo pessoal especializado de serviço. A instalação deve ser realizada por nossa equipe de serviços.
Informações Importantes sobre Segurança

Finalidade

Este produto tem como finalidade ser utilizado em combinação com o Endoscópio Médico FUJINON, monitor, registrador e vários periféricos para observação, diagnóstico, tratamento endoscópico e registro de imagens. Nunca utilizar este produto para nenhuma outra finalidade.

Segurança

Ler e compreender este manual cuidadosamente antes do uso. Utilizar o produto seguindo as instruções fornecidas. Itens importantes para o uso seguro do produto são resumidos no Capítulo 1, “Segurança”.

As precauções de segurança associadas a operações ou procedimentos individuais são fornecidas separadamente, indicadas por “ AVISO” OU “ ADVERTÊNCIA”.

Avisos

Itens que devem ser observados a fim de prevenir lesões ao realizar endoscopia e eletrocirurgia são identificados por “ AVISO” ou “ ADVERTÊNCIA”. Realizar os procedimentos corretamente, após ler e entender as informações de aviso cuidadosamente.

AVISO

O uso incorreto do equipamento pode causar lesões em pacientes, médicos ou pessoas nas proximidades.

Ler e entender este manual cuidadosamente antes de operar este sistema

Operações impróprias que irão danificar somente o equipamento são identificados por “ADVERTÊNCIA”.

Combinação de Equipamentos

O Endoscópio é utilizado juntamente com periféricos. Para evitar choque elétrico, não utilizar periféricos que não estejam especificados no Manual de Instalação do Sistema 2200.

5 Sobre Procedimentos Clínicos

Este manual assume que o produto será utilizado por médicos especialistas que tenham recebido treinamento apropriado em procedimentos endoscópicos. Este manual não fornece informações sobre procedimentos clínicos. Em relação a procedimentos clínicos, utilizar julgamento clínico apropriado.

Inspeção Antes do Uso

Garantir que o equipamento seja verificado antes do uso de acordo com o Capítulo 4 “Instalação e Verificação do Sistema EVE” e Capítulo 5 “Método de Uso” a fim de evitar acidentes inesperados e aproveitar todas as vantagens das capacidades do produto. Se alguma coisa errada for encontrada no equipamento, este não deve ser utilizado.

Alta Voltagem

O equipamento contém partes com alta voltagem. Pessoas que não sejam do pessoal de serviço não devem tocar estas partes.

Materiais Estranhos e Líquidos

A entrada de materiais estranhos, água e produtos químicos no equipamento pode causar fogo ou choque elétrico. Se ocorrer a entrada de líquido no equipamento, desconectar o plugue da tomada e contatar o seu representante local da FUJINON.

Manutenção

O equipamento irá se desgastar e degradar após uso repetido por um período longo de tempo. O equipamento deve ser verificado por especialistas uma vez a cada seis meses. Também, este deve ser verificado se houver qualquer coisa errada com o equipamento. Não desmontar ou modificar o equipamento.
Índice

Informações Importantes sobre Segurança.......................................................................................... 2

Prefácio....................................................................................................................................................... 6

Convenções Utilizadas Neste Manual.................................................................................................. 6

Capítulo 1 Segurança.................................................................................................................................................... 1-1

Capítulo 2 Composição do EVE EPX-2200 e Configuração do Sistema............................................................ 2-1

2.1. Composição do EVE EPX-2200..................................................................................................... 2-2

2.2. Configuração Padrão do Sistema................................................................................................... 2-3

2.3. Configuração Estendida do Sistema.............................................................................................. 2-4

Capítulo 3 Nomes e Funções das Partes................................................................................................................... 3-1

3.1. Painel Frontal.................................................................................................................................... 3-2

3.2. Painel Traseiro.................................................................................................................................. 3-4

3.3. Painel Lateral.................................................................................................................................... 3-5

3.4. Tela de Apresentação de Dados..................................................................................................... 3-6

Capítulo 4 Instalação e Verificação do Sistema EVE............................................................................................ 4-1

4.1. Instalação e Conexão do Equipamento........................................................................................ 4-2

4.2. Instalação do Endoscópio e Tanque de Água............................................................................... 4-2

4.3. Verificação da Operação do Processador..................................................................................... 4-3

4.4. Ajuste da Qualidade e Imagem...................................................................................................... 4-6

4.7. Reinicialização dos Valores Ajustados....................................................................................... 4-9

Capítulo 5 Método de Uso.......................................................................................................................................... 5-1

5.1. Preparação do Equipamento........................................................................................................... 5-2

5.2. Conexão do Endoscópio.................................................................................................................. 5-3

5.3. Inspeção do Endoscópio.................................................................................................................. 5-4

5.4. Registro de Dados de Paciente....................................................................................................... 5-4

5.5. Seleção de Dados de Paciente......................................................................................................... 5-5

5.6. Acendimento da Lâmpada.............................................................................................................. 5-5

5.7. Ajuste de Brilho................................................................................................................................. 5-6

5.8. Como Mudar os Modos Íris............................................................................................................. 5-6

5.9. Como Ligar e Desligar o Visor de Dados do Paciente............................................................... 5-7

5.10. Reinicialização do Contador........................................................................................................ 5-7

5.11. Término da Inspeção..................................................................................................................... 5-8

Capítulo 6 Registro de Imagens................................................................................................................................ 6-1

6.1. Impressão Utilizando Vídeo Printer............................................................................................... 6-2

Capítulo 7 Armazenagem e Manutenção................................................................................................................. 7-1

7.1. Cuidados após o Uso.......................................................................................................................... 7-2

7.2. Armazenagem..................................................................................................................................... 7-3

7.3. Relocação............................................................................................................................................ 7-4

7.4. Manutenção da lâmpada................................................................................................................... 7-5

7.5. Troca de Fusíveis................................................................................................................................ 7-8

Capítulo 8 Resolução de Problemas.......................................................................................................................... 8-1

8.1. Resolução de Problemas................................................................................................................... 8-2

8.2. Mensagens de Erro............................................................................................................................. 8-5

Apêndice................................................................................................................................................................ Apêndice 1

Especificações Principais........................................................................................................... Apêndice 2

Garantia e Serviço após Venda................................................................................................ Apêndice 5

Índice Remissivo......................................................................................................................... Apêndice 6

Prefácio

Este manual descreve como utilizar o Processador EVE “EPX-2200” e o método de ajuste/armazenamento.

O EVE EPX-2200 é utilizado em combinação com o endoscópio EVE 200, um monitor, o carrinho “PC-20”, uma vídeo printer e uma unidade de cópia permanente, etc. As séries de endoscópios 200, 250 e 270 do Sistema EVE 200 podem ser utilizadas, dependendo das especificações. O EVE EPX-2200 pode utilizar todos os Endoscópios destas séries.

Para obter informações sobre como utilizar o Endoscópio e periféricos, consultar os respectivos manuais de operação.

Convenções Utilizadas Neste manual

Este manual utiliza as seguintes convenções para facilitar a compreensão das operações:

Convenções Gerais

AVISO

Explica as condições perigosas que podem causar morte ou acidentes graves, a não ser que sejam evitadas.

ADVERTÊNCIA

Explica as condições que podem causar lesões leves ou médias, a não ser que sejam evitadas.

(1), (2), (3), ... Números consecutivos em procedimentos de operação indicam a sequência de operações sucessivas

[Nota] Indica um comentário ou informações suplementares.Capítulo 1

Segurança Este capítulo resume as informações necessárias para uso seguro do Sistema EVE.

Capítulo 1 Segurança

Precauções ao Utilizar o Endoscópio

1) Inspeção antes do uso

Garantir que o equipamento seja inspecionado antes do uso de acordo com os procedimentos fornecidos neste manual, a fim de evitar acidentes inesperados, e para poder utilizar todas as vantagens e capacidades do equipamento. Se na inspeção for encontrada qualquer anormalidade, não utilizar o equipamento.

2) Combinação de Equipamentos

O Endoscópio pode ser utilizado em combinação com periféricos. A fim de evitar um acidente por choque elétrico, não utilizar nenhum periférico que não esteja especificado no manual de Instalação do Sistema 2200.

3) Manutenção

O equipamento se desgastará após o uso repetitivo por um período longo de tempo. Este equipamento deve ser verificado por especialistas uma vez a cada seis meses ou a cada 100 casos. Também deve ser verificado se houver qualquer anormalidade com o equipamento.

Não desmontar ou modificar o equipamento.

4) Temperatura da Extremidade Distal

Quando o Endoscópio projeta uma luz com alto brilho por um tempo longo de tempo, a temperatura pode exceder 41°C na extremidade distal. Desligar a lâmpada ao pendurar o Endoscópio no suporte do carrinho.

5) Interferência de Ondas Eletromagnéticas

Este produto pode apresentar ruídos no monitor sob o efeito de ondas eletromagnéticas. Garantir que o dispositivo que irá gerar ondas eletromagnéticas seja desligado, ou manter este dispositivo longe do equipamento médico.

Mensagens “ Aviso” e “ Advertência” Apresentadas em Capítulos Individuais

Capítulo 4 Instalação e Verificação do Sistema EVE

4.3. Verificação da Operação do Processador

Pode danificar os olhos. Não olhar a lâmpada diretamente enquanto esta estiver acesa.

Capítulo 5 Método de Uso

5.2. Conexão do Endoscópio

Tocar o conector da guia de luz com as mãos imediatamente após o uso do Endoscópio poderá causar queimaduras. Não tocar a extremidade do conector da guia de luz até que este tenha resfriado (5 minutos).

O endoscópio pode ficar aderido a membranas mucosas, resultando em danos às mesmas. Ajustar uma pressão de sucção de 53 kPa ou menos.

Pode danificar os olhos. Não olhar a lâmpada diretamente enquanto esta estiver acesa.

5.6. Acendimento da Lâmpada

Pode danificar os olhos. Não olhar a lâmpada diretamente enquanto esta estiver acesa.

Término da inspeção

Tocar o conector da guia de luz com as mãos imediatamente após o uso do Endoscópio poderá causar queimaduras. Não tocar a extremidade do conector da guia de luz até que este tenha resfriado (5 minutos).
Capítulo 2 Composição do EVE EPX-2200 e Configuração do Sistema

Este capítulo descreve a composição do Conjunto EVE EPX-2200 e a configuração do sistema.

2.1. Composição do EVE EPX-2200............................................ 2-2

2.2. Configuração Padrão do Sistema.......................................... 2-3

2.3. Configuração Estendida do Sistema..................................... 2-4

Capítulo 2 Composição do EVE EPX-2200 e Configuração do Sistema

2.1. Composição do EVE EPX-2200

O Processador EVE EPX-2200 consiste nos seguintes itens:

[Nota] Os números entre parênteses indicam as quantidades.

Teclado : DK-2200(1)

Manual de operação EVE EPX-2200(1)

Processador EVE EPX-2200(1)

2.2. Configuração Padrão do Sistema

A configuração padrão do sistema é a configuração mínima normalmente requerida para endoscopia. A observação (diagnóstico) em um monitor e biópsia podem ser realizadas.

Processador EVE EPX-2200

2.3. Configuração Estendida do Sistema

Em adição à composição padrão, é possível estender o Sistema EVE conectando vários equipamentos à configuração padrão. A extensão torna possível:

Tratamento Endoscópio
Ultra-sonografia através do canal da pinça
Registro de Imagens de Vídeo
Saída para impressora.

Capítulo 3 Nomes e Funções das Partes

Este capítulo explica a composição do sistema do processador, o nome de cada parte e função.

3.1. Painel Frontal............................................................................ 3-2

3.2. Painel Traseiro ......................................................................... 3-4

3.3. Painel Lateral............................................................................ 3-6

3.4. Tela de Apresentação de Dados............................................. 3-7

Capítulo 3 Nomes e Funções das Partes

3.2. Painel Traseiro
Porta-Fusíveis
Utiliza 2 fusíveis
Cabo de Força
Terminal RS-232C

Conector para comunicação com periféricos
Terminal para Controle por Pedais (FOOTSW)

Terminal para conexão do controle por pedais FS-1.
Terminal para Teclado (KEYBOARD)

Utilizado para conectar o teclado DK-2200.

Terminal de Vídeo (VIDEO)

Para saída de um compósito de sinal de vídeo

Terminal S-Vid4eos (S-VIDEO 1,2)

Saída de sinal de imagem pela separação em sinal Y (luz) e sinal C (cor)

Terminal Remoto (REMOTE A, B)

Terminal de saída de um sinal de acionamento para controle.

Terminal de Vídeo RGB (RGB VIDEO 1,2)

Terminal de saída de uma imagem NTSC na forma de R, G, B e SYNC

Terminal Equipotencial

Para conexão do plugue equipotencial.

3.3. Painel Lateral

Tampa do Compartimento da Lâmpada

Compartimento que contém a lâmpada principal e a lâmpada reserva.

Gancho do Tanque de Água

Utilizado para pendurar o tanque de água.

3.4. Tela de Apresentação de Dados

A apresentação de dados, sobreposta à tela de observação, é semelhante à seguinte tela apresentada abaixo:

É possível ativar/desativar a apresentação sobre a tela de observação utilizando o botão Ativar/Desativar Dados localizado no painel frontal do processador.

Além disso, é possível pedir para o técnico de serviços para que sejam apresentados o número do filme, nível do modo íris e a ampliação eletrônica. Com esta configuração, é possível que estas informações sejam apresentadas mesmo quando a apr
Capítulo 4 Instalação e Verificação do Sistema EVE

Este capítulo descreve a instalação e verificação da operação do Sistema EVE.

4.1. Instalação e Conexão do Equipamento.......................... 4-2

4.2. Instalação do Endoscópio e Tanque de Água ............... 4-2

4.3. Verificação da Operação do Processador....................... 4-3

4.4. Ajuste da Qualidade de Imagem..................................... 4-6

4.5. Reinicialização dos Valores Ajustados.......................... 4-9

Capítulo 4 Instalação e Verificação do Sistema EVE

4.1. Instalação e Conexão dos Equipamentos

Instalar o Sistema EVE de acordo com o “Capítulo 3: Instalação do Sistema 2200” do Manual.

4.2. Instalação do Endoscópio e Tanque de Água

ADVERTÊNCIA

Causa falha ou erro.

Conectar/desconectar o Endoscópio após desligar a energia.

Aguardar 5 segundos ou mais antes de ligar a energia novamente.

Não tocar os contatos elétricos diretamente.

Se os contatos do Endoscópio estiverem úmidos, secar os contatos antes de conectá-los.

[Nota] Antes de conectar/desconectar o Endoscópio, desligar a energia a fim de prevenir danos ou erros. Aguardar 5 segundos ou mais antes de ligar o equipamento novamente.

1) Desligar a energia do processador e então conectar o Endoscópio.

Inserir o conector da Guia de Luz até que esta pare.

Inserir o conector EVE em alinhamento com o soquete até que se ouça um clique.

2) Pendurar o tanque de água, preenchido com água, no painel lateral do processador. Conectar o conector.

[Nota]

Utilizar água limpa.

4.3. Verificação da Operação do Processador

ADVERTÊNCIA

Pode danificar os olhos.

Não olhar diretamente para a lâmpada quando esta estiver acesa.

(1) Ligar a energia no carrinho e processador. A lâmpada do interruptor de força se acenderá.

(2) O interruptor acende na cor verde e a versão do software utilizado pelo processador é apresentada no monitor.

[Nota]

A apresentação dura cerca de 5 segundos.

(3) Após a versão desaparecer, uma tela de observação é apresentada no monitor.

(4) Pressionar o botão LAMP. A lâmpada principal se acenderá.

(5) Colocar a palma da mão contra a extremidade distal do Endoscópio e garantir que o nível de brilho se altere quando a mão for movida em direção e para longe da extremidade distal.

(6) Deixar a extremidade distal do Endoscópio no ar, pressionar o botão ar/água e garantir que a água saia através do bocal.

[Nota]

Observar a direção na qual a água sai.

(7) Mergulhar a extremidade distal do Endoscópio em água, fechar o furo central do botão ar/água com um dedo e garantir que o ar saia através do bocal. Então, retirar o dedo do furo e garantir que não saia mais ar através do bocal.

(8) Pressionar o botão p e garantir que a imagem no monitor fique mais brilhante.

Pressionar o botão q e garantir que a imagem no monitor se torne mais escura.

(9) Garantir que dados iniciais da tela de observação estejam sendo apresentados na tela do monitor.

(10) Colocar a palma da mão contra a extremidade distal do Endoscópio e garantir que a imagem da mão esteja sendo apresentada.

(11) Pressionar o botão de congelamento do Endoscópio e garantir que a imagem fique paralisada .

4.4. Ajuste da Qualidade de Imagem

A qualidade de imagem pode ser ajustada no Menu de Ajuste de Cor (Menu Color). O brilho, contraste e tonalidade da cor podem ser ajustados em nove etapas, de –4 a +4. O ajuste de fábrica (default) na entrega é “0”.

1. Nível preto (BLACK)

Varia o brilho e contraste.

2. Nível Vermelho (RED)

Ajusta a cor vermelha

3. Nível Azul (BLUE)

Ajuste da cor azul.

4. Fase Vermelha (R-Hee)

Ajuste da fase vermelha

5. Nível Gama (GAMMA)

Ajuste do nível gama

6. Detalhamento Alto (Detail High)

Ajuste da quantidade de ênfase de um contorno [alta freqüência]

7. Detalhamento Baixo (Detail Low)

Ajuste da quantidade de ênfase de um contorno [baixa freqüência]

8. Ênfase a Vasos Sanguíneos (BLV)

Quando acionado, a porção dos vasos sanguíneos é enfatizada.

9. Reinicialização (RESET)

Retorna todos os ajuste para a configuração default.

Tabela 1. Relação entre valores de ajuste e qualidade de imagem

Valor Numérico Baixo
Valor Numérico Alto
Nível Preto

Contraste Alto

Contraste Baixo

Sombra escura

Sombra clara

Nível Vermelho

Ênfase no azul

Ênfase no vermelho
Nível Azul

Ênfase no amarelo

Ênfase no azul

Fase Vermelha

Ênfase no amarelo

Ênfase no Azul

Nível Gama

Contraste Alto

Contraste Baixo

Detalhamento Alto/Baixo

Imagem suave

Imagem nítida

Menos ruído

Mais ruído

(1) Colocar a palma da mão ou alguma outra coisa contra a extremidade distal do Endoscópio.

(2) Pressionar o botão COLOR localizado no painel frontal para apresentar o Menu de Ajuste de Cores.

[Nota]

O ajuste do nível de preto é explicado.

(3) Utilizando os botões p e q, mover o cursor para “1.Black” e pressionar o botão ENTER. Os caracteres “1.Black” serão destacados na cor azul.

(4) Fazer ajustes com os botões t e u.

(5) Utilizar os botões p e q para colocar o cursor no item desejado e então pressionar o botão ENTER.

(6) Fazer o ajuste fino utilizando os botõest e u.

(7) Após realizar os ajustes, pressionar o botão COLOR para finalizar os ajustes e pressioná-lo novamente para retornar para a tela de observação.

4.7. Reinicialização dos Valores Ajustados

O valor de ajuste do item da tabela apresentada à direita retorna ao valor configurado de fábrica.

(1) Pressionar o botão COLOR localizado no painel frontal.

(2) Utilizando os botões p e q, mover o cursor para “9. Reset” e pressionar o botão ENTER.

(3) Utilizando os botõest e u, mover o cursor para “Yes”.

(4) Pressionar o botão RESET para reinicializar o valor ajustado para o valor default especificado de fábrica.

(5) Pressionar o botão COLOR para retornar à tela de observação.

Capítulo 5 Método de Uso

Este capítulo descreve como utilizar o Sistema EVE. Para operação de periféricos, consultar os manuais de operação do DK-2200 e respectivos periféricos.

5.1. Preparação do Equipamento............................................ 5-2

5.2. Conexão do Endoscópio................................................... 5-3

5.3. Inspeção do Endoscópio................................................... 5-4

5.4. Registro de Dados do Paciente........................................ 5-4

5.5. Seleção de Dados do Paciente.......................................... 5-5

5.6. Acendimento da Lâmpada............................................... 5-5

5.7. Ajuste de Brilho.................................................................. 5-6

5.8. Mudança dos Modos Íris................................................... 5-6

5.9. Como Ativar/Desativar a Apresentação de

Dados do Paciente............................................................ 5-7

5.10. Reinicialização do Contador.......................................... 5-7

5.11. Término da Inspeção....................................................... 5-8

Capítulo 5 Método de Uso

5.1. Preparação do Equipamento

(1) Mover o carrinho com o processador e monitor ao local onde o Endoscópio será utilizado.

(2) Após desligar o interruptor no carrinho, plugar o cabo de força do carrinho em uma tomada aterrada.

(3) Montar o frasco de sucção na unidade de sucção

(4) Montar o tanque de água, preenchido 80% com água, no processador.

[Nota]

Trocar a água no tanque diariamente.

5.2. Conexão do Endoscópio

ADVERTÊNCIA

Tocar o conector da guia de luz com as mãos, imediatamente após o uso do Endoscópio, pode causar queimaduras.

Não tocar a extremidade do conector da guia de luz até que esta tenha resfriado (5 minutos).

O Endoscópio pode ficar aderido a membranas mucosas, resultando em lesões à mesma. Ajustar uma pressão de sucção de 53 kPa ou menos.

Pode danificar os olhos. Não olhar diretamente para a lâmpada enquanto esta estiver acesa.

ADVERTÊNCIA

Pode causar falha ou erro.

Conectar/desconectar o Endoscópio após desligar a energia.

Aguardar 5 segundos ou mais antes de ligar a energia novamente.

Não tocar os contatos elétricos diretamente com a mão.

Secar os contatos umedecidos do Endoscópio antes de conectar o Endoscópio ao processador.

(1) Desligar a energia do processador e então conectar o Endoscópio.

Inserir o conector da Guia de Luz até encaixar.

Inserir o conector EVE em alinhamento com o soquete até que encaixe com um clique.

(2) Conectar o conector do tanque de água ao Endoscópio.

(3) Conectar a unidade de sucção e o conector de sucção do Endoscópio ao tubo de sucção.

[Nota]

Para ajuste da pressão de sucção, consultar o manual de operação do Endoscópio.

5.3. Inspeção do Endoscópio

Inspecionar os seguintes itens de acordo com o manual de operação do Endoscópio:

Seção de inserção (extremidade distal, seção de angulação e seção flexível)
Mecanismo de angulação
Alimentação de ar/água, canal da pinça e sucção.
Botão de congelamento.

5.4. Registro de Dados do Paciente

Registrar os dados do paciente de acordo com o manual de operação da teclado DK-2200.

5.5. Seleção de Dados do Paciente

(1) Pressionar F2 no teclado para apresentação da lista de pacientes.

(2) Mover o cursor para os dados do paciente a ser selecionado e confirmar pressionando a tecla ENTER.

Acendimento da Lâmpada

ADVERTÊNCIA

Pode danificar os olhos. Não olhar diretamente para a lâmpada enquanto esta estiver acesa. Não olhar para a iluminação do Endoscópio diretamente

Pressionar o botão LAMP para acender a lâmpada principal.

5.7. Ajuste de Brilho

Ajustar utilizando os botões p e q para obter o brilho apropriado para um objeto.

Pressionar o botão p para aumentar o brilho e pressionar o botão q para redução do brilho.

[Nota]

O brilho pode ser ajustado em nove níveis, de –4 a +4.

5.8. Mudança dos Modos Iris

(1) O Sistema EVE EPX-2200 possui dois modos de medição: o modo de medição média (indicado como AVE) para controlar o brilho na tela geral e o modo de medição de pico (indicado como PEAK) para controlar o brilho na área iluminada.

(2) Quando a energia é ligada, o sistema é ajustado no modo de medição média.

Os dois modos aparecem alternadamente a cada vez que o botão seletor de modo íris é pressionado.

5.9. Como Ativar/Desativar a Apresentação de Dados do Paciente

Quando a tela de observação é apresentada, a apresentação dos dados do paciente é ativada/desativada a cada vez que o botão Ativar/Desativar Dados, localizado no painel frontal, é pressionado.

Apresentação dos Dados de paciente

Não Apresentação de Dados de Paciente

Reinicialização do Contador

Pressionar o botão RESET localizado no painel frontal para reinicializar o contador de filme sendo apresentado na tela de observação para 00.

[Nota]

Quando MAVIGRAPH é ajustado no modo AUTO e quando houver uma imagem ainda não impressa, a imagem será impressa simultaneamente à reinicialização do contador.

5.11. Término da Inspeção
ADVERTÊNCIA

Tocar o conector da guia de Luz com a mão imediatamente após o uso do Endoscópio pode causar queimaduras.

Não tocar a extremidade do conector da guia de luz até que este tenha resfriado (5 minutos).

(1) Remover o Endoscópio do paciente e desligar o processador.

(2) Lavar o endoscópio.

Para obter o procedimento de lavagem, consultar o manual de operação do Endoscópio.

(3) Desligar a energia do carrinho.

[Nota]

Manter os periféricos sempre ligados durante uso normal. Utilizar o interruptor no carrinho para ligar e desligar a energia.

Capítulo 6 Registro de Imagens

Este capítulo descreve os métodos de registro de imagens com vídeo printer e armazenagem de imagem. Para operação de periféricos, consultar os manuais de operação dos respectivos periféricos.

6.1. Como Imprimir uma Figura na Vídeo Printer................ 6-2

6.1.1. O que é Vídeo Printer............................................. 6-2

6.1.2. Método de Captura de Imagens........................... 6-3

6.1.3. Método de Controle................................................ 6-3

6.1.4. Modo de Captura (CAPTURE)............................. 6-4

6.1.5. Conexão da Impressora......................................... 6-6

6.1.6. Configuração da Impressora................................. 6-7

6.1.7. Ajustes do Teclado................................................. 6-8

6.1.8. Captura de Imagem................................................ 6-9

6.1.9. Impressão................................................................. 6-10

Capítulo 6 Registro de Imagens

6.1. Como Imprimir uma Figura na Vídeo Printer

6.1.1. O que é Vídeo Printer

A imagem observada no monitor pode ser impressa em papel através da conexão da vídeo printer.

A Vídeo Printer UP-5600MD (UC2) ou UP-2900MD imprime a imagem do monitor em um papel tamanho A6. Múltiplas imagens de tela (1 ou 4 telas) podem ser impressas em uma única folha de papel de impressão.

6.1.2. Método de Captura da Imagem

Os botões para captura da imagem na vídeo printer variam de acordo com as especificações do sistema sendo utilizado. Selecionar o botão de congelamento ou as teclas remotas da impressora para capturar a imagem.

6.1.3. Método de Controle

Existem duas maneiras de controlar a vídeo printer. Uma é o método do controle remoto a partir do terminal remoto da impressora e outra é a comunicação para controle a partir do terminal RS-232C.

É possível economizar o tempo utilizado para fazer ajustes e transferências de dados para o controle remoto, utilizando o controle direto a partir do EVE EPX-2200. Por outro lado, os ajustes iniciais são necessários para o método de comunicação, mas é possível imprimir os dados do paciente na margem do papel a ser impresso.

Para o método de comunicação, consultar o manual de operação do Teclado DK-2200. Neste capítulo, o método do controle remoto (operação do teclado não é necessária) será explicado como exemplo.

6.1.4. Modo de Captura (CAPTURE)

A obtenção da imagem para a memória da vídeo printer é denominada “Captura”. Existem três tipos de modos de captura, descritos a seguir, no caso da imagem ser capturada pelos botões do Endoscópio ou controle por pedais. Por exemplo, telas com 4 divisões são explicadas aqui. Você não pode capturar a imagem enquanto a impressão estiver sendo realizada em qualquer modo.

Modo CP (Captura e Impressão)

Inicia em j e quando a imagem m é capturada, toda a imagem é impressa automaticamente. Após impressão, a imagem retorna para j, apaga a imagem anterior e faz uma sobreposição da nova imagem a ser capturada.

Modo CC (Captura Cíclica)

Inicia em j a m e retorna para j novamente. Neste modo, a impressão é operada manualmente.

Modo CS (Parar Captura)

Inicia em j e quando a imagem de m é capturada, a mensagem “HIT ANY KEY” (pressionar qualquer tecla) é apresentada. Ocorrerá um travamento de captura de uma outra figura e a sobreposição de imagem será proibida. Então, quando uma tecla na unidade principal ou controle remoto for pressionada, a trava será liberada e retornará para j. A nova imagem será capturada apagando a imagem anterior. Como no modo CC, a impressora é operada manualmente.

6.1.5. Conexão da Impressora

Conexão 1: Quando a imagem é capturada utilizando o botão de congelamento do Endoscópio

Conexão 2: Quando a imagem é capturada pelo controlador remoto da impressora ou unidade principal

6.1.6. Configuração da Impressora

Os ajustes iniciais da impressora são descritos a seguir.

Sinal de entrada: Y/C
Cortes de Tela: Tela com 4 cortes
Método de Captura: 1) Modo CP a partir do botão de congelamento do Endoscópio

(1) Abrir a porta frontal.

Ajuste de Sinal de Entrada

(2) Até que a apresentação à direita apareça no visor LCD, pressionar repetidamente o botão INPUT SELECTION no sub-painel.

Ajuste de Partições

(3) Até que a apresentação apresentada à direita apareça no visor LCD, pressionar repetidamente o botão MULTI PICTURE no subpainel.

Ajuste do Modo de Captura

(4) Pressionar o botão MENU e acessar “FUNCTION SETUP” utilizando as teclas e .

(5) Apresentar “REMOTE2” com as setas e , e selecionar C&PRINT” utilizando as teclas e .

(6) Apresentar “REMOTE3A” com as teclas e , e selecionar “BACK-SP” utilizando as teclas e .

Da mesma forma descrita acima, ajustar 3B e 3C:

(7) Pressionar o botão MENU para retornar à tela inicial.

6.1.7. Configuração do Teclado

(1) Pressionar a tecla no teclado DK-2200 para abrir a tela PERIPHERAL SELECT.

(2) Selecionar “NOT USED” com o cursor e pressionar a tecla ENTER para retornar para a tela de observação.

[Nota]

“MAVIGRAPH” na tela PERIPHERAL SELECT (Seleção de Periféricos) é selecionado quando o método de comunicação é utilizado.

6.1.8. Captura de Imagem

Captura da Imagem Utilizando o Botão de Congelamento do Endoscópio

(1) Focalizar o objeto a ser registrado na tela e congelar a imagem pressionando o botão de congelamento.

Com o botão de congelamento pressionado, a imagem congelada é mantida.

(2) Quando o botão de congelamento é pressionado novamente com a imagem parada, a imagem é capturada para a impressora.

6.1.9. Impressão

No modo CP, a impressão ocorre automaticamente quando quatro telas tiverem sido introduzidas. Para imprimir no modo CC ou modo CS, pressionar o botão PRINT na unidade principal ou no controle remoto (RM-5500).

Capítulo 7 Armazenagem e Manutenção

Este capítulo descreve os métodos de armazenagem e manutenção.

7.1. Cuidados Após o Uso........................................................ 7-2

7.2. Armazenagem..................................................................... 7-3

7.3. Relocação............................................................................ 7-4

7.4. Teste da Lâmpada de Emergência.................................. 7-5

7.4.1. Troca de Lâmpada.................................................. 7-5

7.5. Manutenção da Lâmpada................................................. 7-5

7.5.1. Acionamento do Alarme da Lâmpada

de Emergência........................................................ 7-5

7.6. Troca de Fusíveis................................................................ 7-6

Capítulo 7 Armazenagem e Manutenção

7.1. Cuidados Após o Uso

ADVERTÊNCIA

Pode causar falha do equipamento.

Realizar a limpeza da maneira especificada.

Não realizar desinfecção e esterilização por imersão do equipamento em produtos químicos líquoidos ou por gás.

Não derramar água ou desinfetante no corpo do equipamento.

Pode causar corrosão.

Não limpar pontos de contato com qualquer outro líquido que não seja álcool.

Pode causar falha ou mau funcionamento do equipamento. Não tocar pontos de contato elétrico diretamente com as mãos.

Quando o equipamento ficar sujo ou empoeirado, limpar delicadamente com um pano macio, como por exemplo, gaze.

Para remover sujeira pesada, limpar o equipamento delicadamente com um pedaço de gaze umedecida com uma pequena quantidade de solução diluída de detergente neutro.

7.2. Armazenagem

ADVERTÊNCIA

Pode causar falha do equipamento.

Não armazenar o equipamento em um local que não cumpra as condições de armazenamento.

Armazenar o EVE EPX-2200 em um local que cumpra as seguintes condições:

Condições de Armazenagem

Temperatura:

-10 a 45°C

Umidade:

30 a 95% (sem condensação)

Pressão:

70 a 106 kPa (dentro da faixa de pressão atmosférica)

Localização:

Não expor à luz solar direta.

Estado dos Cabos:

Manter os cabos isentos de qualquer carga.

Quando o equipamento ficar sem uso por um mês ou mais, verificar a operação novamente, conforme realizado na instalação.

ª “Capítulo 4: Instalação do Sistema EVE” neste Manual

O EVE EPX-2200 utiliza uma bateria secundária para alimentação do relógio e dados de tempo. Quando o EVE EPX-2200 permanecer desligado por um período longo de tempo, o relógio pode parar ou os dados de paciente podem desaparecer. Em tais casos, realizar as configurações inicias novamente.

ª Manual de Operação do Teclado DK-2200 “Capítulo 2: Configurações Iniciais” (p. 2-1)

7.3. Relocação

(1) Garantir que o monitor esteja fixado no carrinho.

(2) Desconectar o cabo de força do carrinho e enrolar ao redor do suporte localizado na parte posterior. Destravar os rodízios do carrinho.

(3) Mover o carrinho cuidadosamente a fim de não causar nenhuma vibração e impactos ao equipamento, prestando muita atenção a obstáculos e inclinações.

(4) Após o carrinho ter sido completamente relocado, travar os rodízios.

7.4. Teste da Lâmpada de Emergência

7.4.1. Troca de Lâmpada

Quando a lâmpada Xenon (Lâmpada Principal) não acender e não puder mais ser utilizada na endoscopia, a lâmpada de emergência deve ser utilizada para que o Endoscópio possa ser retirado com segurança. Uma lâmpada de halogênio é utilizada como lâmpada de emergência.

Na operação do DK-2200 é realizado o teste da luz de emergência. Método de teste – Manual de Operação DK-2200 – Capítulo 7- “7.5. Teste da Lâmpada de Emergência”.

7.5. Manutenção da Lâmpada

7.5.1. Acionamento do Alarme da Lâmpada de Emergência

Se a lâmpada de alarme piscar durante a endoscopia

Se o alarme de emergência piscar durante a endoscopia, o botão LAMP deve ser pressionado. A lâmpada de emergência será acesa e o endoscópio poderá então ser prontamente extraído.

Verificar o processador após o término de uma endoscopia de acordo com o procedimento “Acionamento do alarme quando a lâmpada principal é acesa”.

Se a lâmpada de alarme piscar após acendimento da lâmpada principal

As seguintes causas podem ser consideradas quando o botão LAMP é pressionado para acendimento da lâmpada principal e a lâmpada de alarme de emergência pisca:

Aquecimento da lâmpada
Vida da lâmpada
Falha de acendimento do equipamento
Operação incorreta do alarme devido a ruído ou outras causas.

7.6. Troca de Fusíveis
AVISO

Pode causar choque elétrico.

Não utilizar nenhum outro fusível que não seja do tipo especificado.

Antes de trocar os fusíveis, desconectar o cabo de força da tomada.

(1) Desligar a energia da unidade principal do processador e desconectar o plugue da tomada.

(2) Remover o fusível queimado do porta-fusíveis localizado no painel traseiro do processador. Substituir por um novo, utilizando um fusível do mesmo tipo, conforme especificado em “Especificações Principais” (p. Apêndice 2).

[Nota]

Substituir ambos os fusíveis, mesmo que somente um fusível tenha queimado.

Capítulo 8 Resolução de Problemas

Este capítulo descreve como solucionar problemas que ocorram com o EVE EPX-2200

8.1. Resolução de Problemas................................................... 8-2

8.2. Mensagens de Erro............................................................. 8-5

Capítulo 8 Resolução de Problemas

8.1. Resolução de Problemas

Problema

Causa

Solução

Após o interruptor ser colocado na posição ligada, o sistema não funciona. (a lâmpada verde no interruptor não se acende)

1) O interruptor de força do carrinho está na posição desligada.

Colocar o interruptor de força do carrinho na posição ligada.

2) O cabo de força está defeituoso.

Inspecionar o cabo de força.

3) A tomada está defeituosa

Verificar para garantir se corrente alternada de 230 V está saindo da tomada.

4) Fusível queimado

Substituir o fusível queimado.

ž 7.6 “Troca de fusíveis” (p.7-6)

Após o botão de acendimento da lâmpada ser pressionado, nenhuma luz se acende

1) A tampa do compartimento da lâmpada não está completamente fechada.

Prender firmemente a porta do compartimento da Lâmpada com os parafusos

2) Ambas as lâmpadas principal e reserva estão queimadas

Trocar as lâmpadas

Nenhuma imagem é emitida

1) A conexão com o endoscópio está incompleta

Refazer a conexão do endoscópio.

ž 5.2 “Conexão do Endoscópio” (p.5-3)

2) O monitor está desligado

Colocar o interruptor do monitor na posição ligada

3) A seleção de entrada do monitor está errada

Combinar INPUT (entrada) com a linha conectada

4) Um monitor não está conectado

Conectar um monitor com um cabo.

Problema

Causa

Solução

A imagem aparece escura

1) A conexão com o endoscópio está incompleta

Refazer a conexão do endoscópio.

ž 5.2 “Conexão do Endoscópio” (p.5-3)

2) O nível de intensidade de luz está ajustado como -4.

Ajustar o nível de intensidade de luz para 0.

ž 5.7 “Ajuste de Brilho” (p. 5-6)

3) O modo de fotometria está ajustado para PEAK.

Ajustar o modo de fotometria para AVE.

ž 5.8 “Mudança de Modos de Iluminação” (p5-6)

A porção de destaque de uma imagem é muito brilhante

1) O modo de fotometria está ajustado como AVE

Ajustar o modo de fotometria para PEAK.

ž 5.8 “Mudança de Modos de Iluminação” (p.5-6)

2) O nível de intensidade de luz foi ajustado ao redor de +4.

Ajustar o nível de intensidade de luz para 0.

ž 5.7 “Ajuste de Brilho” (p. 5-6)

Não ocorre alimentação de ar e/ou água

1) A bomba está desligada

Ligar a bomba.

2) A tampa do tanque de água está solta.

Fechar a tampa de água firmemente.

3) O tanque de água está preenchido com muita água.

Reduzir o nível de água no tanque de água para cerca de 80% de sua capacidade.

4) O tanque de água está vazio

Encher o tanque com água

Problema

Causa

Solução

Sucção não pode ser realizada.

1) O aparato de sucção não está funcionando.

Colocar o interruptor de força do aparato de sucção na posição ligada.

2) O tubo de sucção está dobrado e amassado durante o percurso, fazendo com que a passagem de ar fique bloqueada

Verificar o tubo de sucção quanto a qualquer bloqueio. Remover a porção amassada do tubo, se necessário, a fim de assegurar a passagem da linha.

3) O tubo de conexão está desconectado

Conectar o tubo de sucção.

ž 5.2 “Conexão do Endoscópio” (p5-3)

Não é possível operar o teclado

O conector do teclado não está conectado.

Conectar o conector do teclado

Os periféricos não funcionam.

1) Os interruptores de força dos periféricos estão na posição desligada

Colocar os interruptores de força dos periféricos na posição ligada.

2) Os dispositivos periféricos não estão conectados

Conectar os dispositivos periféricos utilizando cabos.

Imagens não podem ser capturadas no gravador de imagens

1) O gravador de imagens não está conectado.

Conectar o gravador de imagens.

2) Não está conectado apropriadamente.

Reconectar o gravador de imagens, garantindo uma conexão correta.

8.2. Mensagens de Erro

Quando condições anormais são encontradas, mensagens de erro são apresentadas.

Mensagem de Erro

Causa

Solução

RS232C Timeout (send)

RS232C Timeout (receive)

RS232C hard error

MAVIGRAPH INITIAL error

1) Se o método de comunicação for utilizado para controle remoto:

· O UP-5600MD (UC2) ou UP-2900MD está desligado

Ligar os dispositivos periféricos

· O cabo de conexão CC2-801 ou CC2-803 está desconectado

Desligar todos os periféricos e verificar a fiação novamente.

2) Se o método de acionamento for utilizado para controle remoto ou se nenhum controle remoto for realizado:

· A configuração foi feita para o método de comunicação

Pressionar a tecla e selecionar 0.NOT USED.

SCOPE CONNECTION ERROR

O conector EVE do Endoscópio está inserido de forma incompleta

Desligar a energia, desconectar o conector EVE e inseri-lo novamente.

LAMP POSITION error

FAN LOCK error

Falha do EVE EPX-2200

Contatar o seu distribuidor ou contatar representante de serviço mais próximo da Fuji Photo Optical Co. Ltd.

Apêndice

Especificações Principais....................................... Apêndice 2

Garantia e Serviço após Venda............................. Apêndice 5

Índice Remissivo..................................................... Apêndice 6

Especificações Principais

<Classificação de Equipamento Elétrico Médico>

Tipo de Proteção contra Choque Elétrico: Equipamento de Classe I

(Fonte de Alimentação: Plugue Aterrado)

Grau de Proteção contra Choque Elétrico: Parte Aplicada Tipo BF
Grau de Proteção Contra Explosão: Proibido o uso em atmosfera com gases inflamáveis

Código*

B

Tipo de cor

NTSC

Energia

CA 120V 60 Hz 2,4A

Consumo de Corrente (estimado)

2,1 A

Fusíveis

T4A/250V x 2

Controle de Série

UP-5600MD/2900MD

Tipo de captação de imagem

Simultânea

S/N

40 dB ou Mais

Modo de Medição

Medição Média/Medição por Pico

Ganho

0dB, +3dB, +6dB

Modo de Congelamento

Campo/Quadro

Zoom de Imagem

Zoom eletrônico x1,00 a x2,00 (incrementos de 0,05)

Memória

Dados de Paciente: 44 pacientes

Procedimentos clínicos: 20

Nome de Médicos: 20

Relógio Interno:

Data, horário

(alimentação reserva pela bateria secundária: VL2330/1HF)

Contador de Filme:

Visor de Adição

Endoscópio Aplicável:

Sistema EVE 200 FUJINON

Bomba de Alimentação de Ar

Bomba de diafragma

Lâmpada

Lâmpada Principal: Lâmpada Xenon de Arco curto 11,7V 150W

Lâmpada de Emergência: Lâmpada de Halogênio 12V 75W

Modelo da Lâmpada

Lâmpada Principal: PE 150 AF

Lâmpada de Emergência: JCR 12V 75W/2GZ

Método de arrefecimento da lâmpada

Arrefecimento por ar forçado

Dimensões (Larg x Alt x Prof)

330 x 160 x 420 mm

Massa:

16Kg (Unidade Principal), 0,58 Kg (Teclado)

Ambiente de Operação:

Temperatura: 10 a 40 °C

Umidade: Umidade Relativa 30 a 85% (sem condensação)

Pressão Atmosférica: 70 a 106 kPa

Ambiente de Armazenagem:

Temperatura: -10 a 45 °C

Umidade: Umidade Relativa de 30 a 95% (sem condensação)

Pressão Atmosférica: 70 a 106 kPa

*As especificações dependem do código. Confirmar o código de seu equipamento indicado na placa de classificação localizado no painel traseiro.

<Especificação I/O>

Terminal de Saída de Imagem

VIDEO

(BNC)

1,0Vp-p/75W

1 canal

S-VIDEO

(MINI DIN 4p)

Y: 1,0 Vp-p/75W

C: 0,286 Vp-p/75W (NTSC)

C: 0,3000Vp-p/75W (PAL)

2 canais

RGB-VIDEO

(D sub mini 15 p)

R: 0,7 Vp-p/75W

G: 0,7 Vp-p/75W

B: 0,7 Vp-p/75W

SYNC: 4,0 Vp-p/75W

2 canais

Terminal de Controle

Pedal

(DIN)

1 canal

Remoto

(BNC)

1 canal

Acionador da Impressora

(BNC)

1 canal

RS-232C

(D-sub 9p)

1 canal

Teclado

(PS2)

1 canal

Designação de Pinos

Terminal RS-232C

Terminal RGB

Garantia e Serviços após Venda

Um certificado de garantia vem anexado a cada produto. Quando for solicitar por reparo, o consumidor deve informar a assistência técnica, o MODELO e o NÚMERO escrito no certificado do produto, ou no próprio equipamento.
O consumidor pode solicitar o reparo do produto livre de taxas, se o defeito resultar de responsabilidade do fabricante, e o termo de responsabilidade ainda for válido. Se o reparo for devido a danos por culpa do consumidor, este será responsável por todas as despesas de reparo. Em ambos os casos, o consumidor é responsável por todas as despesas de transporte.

* Devido aos constantes esforços realizados para melhorar o produto, o produto que você comprou pode variar em relação a informações, especificações e ilustrações neste manual.

Índice Remissivo

Advertências................................................... 2,6,1-3

AVE........................................................................ 5-6

Avisos........................................................... 2, 6, 1-3

Botão Color........................................... 3-3,4-8,4-10

Botão da bomba................................................... 3-3

Botão de modo íris......................................... 3-3,5-6

Botão LAMP......................................................... 3-2

Brilho...................................................................... 5-6

Cabo de força CA................................................. 3-4

Carrinho..................................................... 2-3,2-4,5-2

Condições de Armazenamento......................... 7-3

Conector EVE........................................... 3-3,4-2,5-3

Conector da guia de luz............................... 4-8,5-3

Configuração estendida do sistema.................. 2-4

Configuração padrão do sistema....................... 2-3

Contador de Filme................................................ 3-7

Convenções utilizadas neste manual................ 6

Fusível................................................................ 7-6

Gancho do tanque de água................................. 3-6

Idade...................................................................... 3-7

Interruptor de Força............................................. 3-3

Modo de Medição de Média.............................. 5-6

Modo de Medição de Pico.................................. 5-6

Monitor............................................................ 2-3,2-5

PEAK...................................................................... 5-6

Segurança.......................................................... 2,1-2

Sexo........................................................................ 3-7

Soquete do conector EVE....................... 3-2,4-2,5-3

Tampa do compartimento da lâmpada............ 3-6

Tanque de água.................................................... 5-4

Tela de Apresentação de Dados........................ 3-7

Terminal do teclado............................................. 3-4

Terminal remoto................................................... 3-5

Terminal RS-232C............................................... 3-4

Terminal S VIDEO............................................... 3-5

Terminal Vídeo..................................................... 3-5

Processadoras Fujinon Disponíveis

Processadora Fujinon EPX-4450HD
EPX-4450HD
Processadora Fujinon EPX-4400 HD
EPX-4400
Video-Processadora-Usada-para-Endoscopia-Fujinon-EPX-2500
EPX-2500
Video-Processadora-Usada-para-Endoscopia-Fujinon-EPX-2200
EPX-2200

Processadoras Pentax Disponíveis

Video-Processadora-Usada-para-Endoscopia-Pentax-EPK-i
EPK-i
Video-Processadora-Usada-para-Endoscopia-Pentax-EPK-1000
EPK-1000
Video-Processadora-Usada-para-Endoscopia-Pentax-EPK-700
EPK-700
Video-Processadora-Usada-para-Endoscopia-Pentax-EPM-3500
EPM-3500

Processadoras Olympus Disponíveis

Video-Processadora-Usada-para-Endoscopia-Olympus-CV-190
CV-190
essadora-Usada-para-Endoscopia-Olympus-CV-180
CV-180
Processadora-Olympus-CV-170-Melhor-Preço-Compra-Venda-Aluguel
CV-170
Processadora-Olympus-CV-160-Melhor-Preço-Compra-Venda-Aluguel
CV-160
Video-Processadora-Usada-para-Endoscopia-Olympus-CV-150
CV-150

Guia de Compra Processadoras para Endoscopia

Comprar Endoscópios : Passo a Passo

1 > Defina o fabricante do aparelho de endoscopia Pentax, Olympus, Fujinon, Huger.

2 > Defina o modelo do aparelho de endoscopia ou endoscópio que deseja comprar

3 > O vendedor de endoscópios deve oferecer uma ampla gama de serviços, tais como manutenção de aparelhos de endoscopia, gastroscópios, colonoscópios e vídeo processadoras,

4 > Verifique a REPUTAÇÃO da empresa vendedora de endoscópios via Reclame Aqui, referências de outros médicos que também compraram, garantias, endereço do fornecedor. Desconfie, e muito, de ofertas muito abaixo dos concorrentes sérios. As placas internas do aparelho, conexões, fibras, transformes podem ser de baixa qualidade.

5 > Opte sempre por equipamentos de endoscopia usados ou novos à venda de alta qualidade

6 > Analise o preço do equipamento de endoscopia, compare cotações

7 > O valor do endoscópio deve ser considerado num todo, na relação custo benefício

8 > Faça sua aquisição com base no preço do sistema de endoscopia completo, endoscópios, processadoras, garantia e prazos de pagamento

Itens do Sistema de Endoscopia Médica Completo

Processadora De Imagens Com Alta Resolução

Fonte De Luz Xenon

Gastroscópio (Tubo Alto para EDA)

Colonoscópio (Tubo Baixo)

Monitor Grau Médico

Carrinho De Equipamentos De Endoscopia

Armário para Endoscópios Anvisa RDC-6

Nobreak Com Potência De 2000va/1400wa

Características Técnicas da Processadora de Imagem

Saída de sinal de vídeo de alta definição de no mínimo 1080 linhas de definição horizontal
Saídas de vídeo: HD-SDI, DVI-D, DVI-I, RGB, S-VÍDEO, BNC
Auste de cores de no mínimo 3 modos - Ideal 5 ou mais
Ajuste de contraste com no mínimo 2 modos
Sistema de cromoscopia virtual, com controle de contraste e brilho das imagens
Função para Congelador de imagem
Inserção de dados pessoais dos pacientes, dos médicos e dos procedimentos realizados
Dispositivo de controle da saturação de luz
Dispositivo para aumento da imagem - Magnificação
Filtro para impedir a entrada de sujidades e resíduos para o interior da processadora
Alimentação elétrica: 100-240 v/ 60HZ

Características Técnicas do Gastroscópio

Captação da imagem através de CCD colorido ou CMOS acoplado com imagem em alta definição de no mínimo 1080 linhas de definição horizontal
Visualização das imagens em tela cheia no monitor
Totalmente imersível
Comando eletrônico no corpo de operação do videogastroscópio
Cromoendoscopia virtual sem a utilização de corante, disponibilizado pela processadora ou fonte de luz
Esterilizável por óxido de etileno ou ácido peracético ou outro princípio ativo aprovado pela vigilância sanitária estadual ou ANVISA
Sistema de coloração supravital
Sistema de zoom de ampliação de imagem
Campo de visão de 140 graus no mínimo
Faixa mínima de foco de 4 mm a 100 mm
Diâmetro do tubo de inserção de 9,3 mm ± 1,0 mm
Diâmetro mínimo do canal de trabalho de 2,8 mm ± 0,2 mm
Comprimento tubo de inserção de no mínimo 1050 mm ± 50,0 mm
Flexibilidade mínima de 210º ± 10º graus para cima e 90 ± 10º graus para baixo
Flexibilidade mínima de 100 ± 10º graus para esquerda e 100 graus ± 10º graus para direita

Características Técnicas do Colonoscópio

Captação da imagem através de CCD colorido ou CMOS acoplado com imagem em alta definição de no mínimo 1080 linhas de definição horizontal
Visualização das imagens em tela cheia no monitor
Totalmente imersível
Comando eletrônico no corpo de operação do videogastroscópio
Cromoendoscopia virtual sem a utilização de corante, disponibilizado pela processadora ou fonte de luz
Esterilizável por óxido de etileno ou ácido peracético ou outro princípio ativo aprovado pela vigilância sanitária estadual ou ANVISA
Sistema de coloração supravital
Sistema de zoom de ampliação de imagem
Campo de visão de 140 graus no mínimo
Faixa mínima de foco de 4mm a 100mm
Diâmetro do tubo de inserção de 9,3mm ± 1,0 mm
Diâmetro mínimo do canal de trabalho de 3,5mm ±0,5 mm
Comprimento tubo de inserção de no mínimo 1600 mm
Flexibilidade mínima de 180 gruas para cima e 180 graus para baixo
Flexibilidade mínima de 160 graus para esquerda e 160 graus graus para direita

Características Técnicas Da Fonte de Luz

Luz Xenon 300W
Lâmpada de LED, com vida útil de no mínimo 10.000 horas
Deverá possuir LED classe 1 para segurança contra radiação óptica
Deverá possuir eficiência luminosa mínima de 90 lm/W
Alimentação elétrica: 100-240 v/ 60HZ
Deverá possuir controle de luz automático controlado pelo sinal do controle da processadora de vídeo
Lâmpada e/ou placa de LED sobressalente

Características Técnicas do Monitor Grau Médico

Tamanho 19 polegadas mínimo
Compatível com sistema PAL e NTSC
Monitor de grau médico profissional atendendo a IEC 60601-1
Resolução de 1920 x 1080, no mínimo
Entradas: BNC, Y/C, RGB, SDI, DVI-D, vídeo composto
Sinais de saída: BNC, Y/C, RGB, S-VIDEO, DVI
Ajustes: cor, volume, freqüência, brilho, gama, temperatura de cor, abertura
Alimentação elétrica: 100-240 v/ 60HZ;

Características Técnicas do Sistema de Captura

Placa de aquisição que garanta a mesma qualidade de imagem fornecida pela processadora de vídeo, compatível com o computador e a processadora de vídeo;
Software para registro do exame baseado em plataforma Windows, que permita edição e gerenciamento dos dados de pacientes;
Capacidade de gravação de no mínimo 5 horas de vídeo e 10.000 imagens;
O equipamento deverá vir acompanhado de todos os recursos de software e hardware necessários para armazenamento e transmissão de imagens médicas no padrão DICOM 3.0, oferecendo no mínimo o serviço DICOM de “usuário de classe de serviço de armazenamento” denominado store scu, de forma que exames realizados com o equipamento possam ser armazenados em um servidor de imagens DICOM compatível qualquer a ser definido pelo usuário final;
O software DICOM habilitado para funcionamento e devidamente licenciado: com Print, Storage SCP/SCU, Storage Commitment, Worklist, Query/Retrieve SCP/SCU, MPPS;
Permitir a configuração das “entidades de aplicação “ae titles” que são utilizadas como “provedores” de serviço de armazenamento “store scps;
Manuais de configuração da comunicação DICOM e de documento contendo as senhas administrativas necessárias para a configuração dessa comunicação e também da interface para a configuração da rede tcp/ip do equipamento, incluindo-se ai a senha de “super-usuário” do equipamento.

Características Técnicas do Computador

Processador de no mínimo 3.5 GHz, 6 núcleos e 12MB de memória Cachê
Memória RAM no mínimo 4GB, DDR-3 ou Superior
Monitor LED de no mínimo 19”
Disco Rígido ou SSD com, no mínimo, 500GB de espaço
Leitor e gravador de DVD-RW
Portas USB frontais;
Placa de rede 10/100 Mbits
Placa de vídeo de 4GB
Teclado compatível com língua portuguesa
Mouse óptico
Alimentação elétrica: 100-240 v/ 60HZ

Características Técnicas Do Troley - Carrinho

Prateleiras/gavetas e capacidade de carga para suportar processadora, fonte de luz, monitor, computador, endoscópios
Rodízios de dupla giratórios com tamanho mínimo de 5 polegadas e sistema de freios
Braço articulado para fixação de monitores, padrão VESA

Acessórios para Aparelhos de Endoscopia

Pinça biopsia reutilizável e autoclavável a vapor saturado
Conjunto para limpeza de canais e lentes
Alça de polipectomia reutilizável e autoclavável a vapor saturado
Pinça dente de rato para corpo estranho reutilizável e autoclavável a vapor saturado
Pinça tipo tripé reutilizável e autoclavável a vapor saturado
Válvula de aspiração sobressalente
Válvulas de canal de biópsia
Teste de vazamento compatível
Maleta de acondicionamento para transporte

Comparativo entre os Aparelhos de Endoscopia Mais Usados e Vendidos no Brasil

Os sistemas de endoscopia flexível, sejam para endoscopia alta, endoscopia baixa (colonoscopia) e/ou duodenoscopia são basicamente iguais entre si, falando-se das marcas e modelos correntes, tendo em vista que a única diferença é o preço do aparelho de endoscopia e a preferência do médico pelo fabricante Fujinon, Pentax ou Olympus. As três melhores marcas de aparelhos de endoscopia disputam, inclusive, o mercado de equipamentos endoscopia digital, como por exemplo, o EPK-i Pentax, a Fujinon EPX-4400 e a Olympus CV-190.

Exemplo: O sistema de endoscopia Pentax com vídeo processadora EPK-1000 + vídeo gastroscópio EG-2970K + videocolonoscópio EC-3872LK tem o mesmo desempenho em termos de exames que o do fabricante Olympus composto por vídeo processadora CV-160, fonte de luz Olympus CLV-160, vídeo gastroscópio GIF-Q160 e vídeo colonoscópio CF-Q160L0 .

Também é verídico dizer que o sistema de endoscopia Fujinon composto por vídeo processadora EPX-2200, vídeo gastroscópio EG-250WR5 e vídeo colonoscópio EC-250HL5 se equivale aos outros dois sistemas descritos acima, sendo esses três, basicamente os líderes de mercado e de uso nas clínicas de endoscopia alta e endoscopia baixa.

Fujinon EPX-2200 versus Pentax EPK-1000

A Pentax EPK-1000 é a maior concorrente da EPX-22000 tanto no em mercado de sistemas de endoscopia usados quanto novos. Comercialmente, a EPX-2220 da Fujinon é muito aceita no serviço público e entre médicos que já trabalhavam com equipamentos de vídeo endoscopia da FujiFilm. A Pentax EPK-1000 leva vantagem na preferência de médicos novos e alguns vendedores consideram este modelo Pentax como o mais robusto, o "Fusca" da endoscopia, alusão ao carro da VW que fazia tudo e nunca quebrava.
No que se refere às imagens endoscópicas, a vídeo processadora EPX-2200 usada em conjunto com os endoscópios Fujinon tecnologia G5 produz qualidade de imagem em tela cheia superior à EPK-1000.

Sistema Fujinon EPX-2200 versus Aparelho Olympus Evis Exera CV-160

O preço do sistema de vídeo endoscópio Fujinon EPX-2200 é o grande diferencial em relação vídeo endoscópio CV-160. Embora as tecnologias se equivalham, o valor do aparelho EPX-2200 Fujinon usado chega a ser 30% menor que o concorrente CV-160 Olympus.

Aparelhos de endoscopia Huger

O preço dos vídeos endoscópios chineses de faixa de aplicação semelhante ao aparelho de endoscopia Fujinon EPX-2500 ou Olympus CV-150 a vantagem oferecida pela chinesa Huger, que recentemente obteve certificação européia para comercialização e, por óbvio, detém licença Anvisa também. Com relação à qualidade do equipamento, as marcas japoneses e americanas continuam na preferência dos gastroenterologistas. EPX-2200, EPK-100, CV-160 e demais sistemas Pentax, Olympus e Fujinon ainda detém 90% do mercado de endoscopia usado no Brasil.

8 Passos Essenciais para Aumentar a Durabilidade dos Endoscópios

Limpeza dos equipamentos eletrônicos por técnico capacitado

Desobstrução e limpeza canais dos endoscópios com ferramentas e técnicas referenciadas pelo fabricante

Completa revisão e limpeza dos tubos e canais endoscópios

Troca dos anéis de vedação, válvulas e recipientes de água

Auditoria e Reparação (se necessário) das Micro Câmeras CCD´s

Auditoria e Reparação(se necessário) de processadoras de imagem

Auditoria e Recondicionamento (se necessário) da ponta flexível

Auditoria e Reparação(se necessário) do sistema de angulação

10 Passos para Limpeza e Desinfecção do Aparelho de Endoscopia Conforme ANVISA

Após o procedimento deve-se realizar a limpeza do resíduo com gaze

Aspirar sabão para limpeza da secreção interna

Transportar o aparelho de endoscopia com cuidado para a área de limpeza e recipiente exclusivo para aparelhos sujos

Os profissionais responsáveis pela limpeza e desinfecção devem estar usando equipamentos de proteção individual (máscara, luvas, óculos, aventais...)

Deve-se realizar o teste de insuflação periodicamente e sempre que houver suspeita de perfuração

Deve-se injetar detergente nos canais do aparelho e realizar a escovação. Este procedimento deve ser repetido até não haver mais resíduos nos canais.

Após a escovação deve-se injetar água nos canais para limpeza dos resíduos

As bordas dos canais e as válvulas devem ser escovadas

Lavar e secar o aparelho

Após esta sequência o aparelho deve ser encaminhado para a desinfecção

7 Passos para Desinfecção de Endoscópios de Alto Nível

O Processo que elimina todos os patógenos, exceto esporos de bactérias e prions

1 > O endoscópio flexível é colocado na cuba ou máquina, onde conecta-se os canais de biopsia e sucção e inicia-se o ciclo com o desinfetante

2 > O tempo no desinfetante depende da bula emitida pelas fabrincate Fujinon, Pentax, Olympus e outras.

3 > Após o término, lavar o aparelho (inclusive os canais internos) com agua filtrada

4 > Secar os canais de biópsia e inserção com ar comprimido

5 > Antes de guardar o aparelho deve-se estilar álcool 70% nos canais para evitar umidade residual

6 > Guardar os tubos de endoscopia usados na posição vertical, desconectar todas as partes removíveis, evitar altas temperaturas e umidade

7 > Repetir a desinfecção antes do primeiro exame do dia

A limpeza elimina cerca de 99% dos microorganismos

 

RESOLUÇÃO-RDC Nº 6, DE 1o- DE MARÇO DE 2013 - Anvisa - Ministério da Saúde

<h2>RESOLUÇÃO-RDC Nº 6, DE 1o- DE MARÇO DE 2013</h2>

Dispõe sobre os requisitos de Boas Práticas de Funcionamento para os serviços de endoscopia com via de acesso ao organismo por orifícios exclusivamente naturais.

Fonte: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/anvisa/2013/rdc0006_10_03_2013.html

A Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, no uso das atribuições que lhe conferem os incisos III e IV, do art. 15 da Lei n.º 9.782, de 26 de janeiro de 1999, o inciso II, e §§ 1° e 3° do art. 54 do Regimento Interno aprovado nos termos do Anexo I da Portaria nº 354 da ANVISA, de 11 de agosto de 2006, republicada no DOU de 21 de agosto de 2006, e suas atualizações, tendo em vista o disposto nos incisos III, do art. 2º, III e IV, do art. 7º da Lei n.º 9.782, de 1999, e o Programa de Melhoria do Processo de Regulamentação da Agência, instituído por meio da Portaria nº 422, de 16 de abril de 2008, em reunião realizada em 21 de fevereiro de 2013,

CAPÍTULO I

DAS DISPOSIÇÕES INICIAIS

Seção I

Objetivo

Art. 1º Esta Resolução tem por objetivo estabelecer os requisitos de Boas Práticas de Funcionamento para os serviços de endoscopia com via de acesso ao organismo por orifícios exclusivamente naturais.

Seção II

Abrangência

Art. 2º Este Resolução aplica-se a todos os serviços de saúde públicos e privados, civis e militares que realizam procedimentos endoscópicos, diagnósticos e intervencionistas, com utilização de equipamentos endoscópicos flexíveis e rígidos, com via de acesso ao organismo por orifícios exclusivamente naturais.

Seção III

Definições

Art. 3º Para efeito deste Resolução são adotadas as seguintes definições:

I - acessório crítico ou produto para a saúde crítico: produto para a saúde utilizado em procedimento invasivo com penetração de pele, mucosas, espaços ou cavidades estéreis,tecidos subepiteliais e sistema vascular;

II - data limite de uso do produto esterilizado: prazo estabelecido pelo serviço de endoscopia ou pelo serviço responsável pela esterilização dos produtos, baseado em um plano de avaliação da integridade das embalagens, fundamentado na resistência destas, nos eventos relacionados ao seu manuseio (estocagem em gavetas, empilhamento de pacotes, dobras das embalagens), na segurança da selagem e na rotatividade do estoque armazenado;

III - evento adverso: agravo à saúde ocasionado a um paciente ou usuário em decorrência do uso de um produto submetido ao regime de vigilância sanitária, tendo a sua utilização sido realizada nas condições e parâmetros prescritos pelo fabricante;

IV - intercorrência: é a ocorrência de um evento inesperado em um procedimento médico, que não poderia ser em geral previsto ou alertado ao paciente;

V - limpeza: remoção de sujidades orgânicas e inorgânicas, com redução da carga microbiana presente nos produtos para saúde, utilizando-se água, detergentes, produtos e acessórios de limpeza, por meio de ação mecânica (manual ou automatizada), atuando em superfícies internas (lúmen) e externas, de forma a tornar o produto seguro para manuseio e preparado para desinfecção ou esterilização;

VI- produtos para saúde semicríticos: produtos que entram em contato com pele não íntegra ou mucosas íntegras colonizadas;

VII- produtos para saúde não críticos: produtos que entram em contato com pele íntegra ou não entram em contato com o paciente;

VIII - pré-limpeza: remoção da sujidade presente nos produtos para saúde utilizando-se, no mínimo, água e ação mecânica;

IX - produto para saúde de conformação complexa: produtos para saúde que possuam lúmen inferior a cinco milímetros com fundo cego, espaços internos inacessíveis para a fricção direta, reentrâncias ou válvulas;

X - rastreabilidade: capacidade de traçar o histórico, a aplicação ou a localização de um item por meio de informações previamente registradas;

XI - responsável técnico - RT: profissional de nível superior legalmente habilitado que assume perante a vigilância sanitária a responsabilidade técnica pelo serviço de saúde;

XII - sedação consciente: nível de consciência obtido com o uso de medicamentos, no qual o paciente responde ao comando verbal ou responde ao estímulo verbal isolado ou acompanhado de estímulo tátil;

XIII - sedação profunda: depressão da consciência induzida por medicamentos, na qual o paciente dificilmente é despertado por comandos verbais, mas responde a estímulos dolorosos;

XIV - serviço de endoscopia autônomo: serviço de endoscopia com CNPJ e alvará sanitário próprios, funcionando física e funcionalmente de forma independente, podendo estar inserido em outro estabelecimento de saúde;

XV - serviço de endoscopia não autônomo: unidade funcional pertencente a um estabelecimento de saúde; e

XVI - serviços de endoscopia com via de acesso ao organismo por orifícios exclusivamente naturais: serviços que realizam procedimentos endoscópicos, diagnósticos e intervencionistas, com utilização de equipamentos rígidos ou flexíveis, com via de acesso ao organismo utilizando a cavidade oral, nasal, o conduto auditivo externo, o ânus, a vagina e a uretra.

CAPÍTULO II

DAS BOAS PRÁTICAS DE FUNCIONAMENTO

Seção I

Condições Organizacionais

Art.4º Para cumprimento desta Resolução os serviços de endoscopia passam a ser classificados da seguinte forma:

I- serviço de endoscopia tipo I: é aquele que realiza procedimentos endoscópicos sem sedação, com ou sem anestesia tópica;

II- serviço de endoscopia tipo II: é aquele que, além dos procedimentos descritos no inciso I do Art. 4º, realiza ainda procedimentos endoscópicos sob sedação consciente, com medicação passível de reversão com uso de antagonistas;

III- serviço de endoscopia tipo III: serviço de endoscopia que, além dos procedimentos descritos nos incisos I e II do Art. 4º, realiza procedimentos endoscópicos sob qualquer tipo de sedação ou anestesia.

Parágrafo único. Quando não especificada a classificação, as determinações desta Resolução aplicam-se aos três tipos de serviços de endoscopia.

Art. 5º As atividades realizadas nos serviços de endoscopia autônomos e não autônomos devem estar sob responsabilidade de um profissional legalmente habilitado.

Art. 6º Todo serviço de endoscopia deve possuir:

I - registro diário dos procedimentos endoscópicos realizados, contendo data e horário do exame, nome do paciente, data de nascimento, sexo, procedimento realizado, nome do profissional que executou o procedimento e identificação do equipamento;

II - registro de intercorrências e eventos adversos, contendo data e horário do exame, nome do paciente, data de nascimento, sexo, identificação do equipamento, procedimento realizado, profissional que executou o procedimento e tipo de intercorrência ou evento adverso, além das medidas de suporte prestadas ao paciente;

III - registro de controle das substâncias e medicamentos sujeitos a controle especial (entorpecentes e psicotrópicos) utilizados durante o procedimento endoscópico; de acordo com as normas específicas vigentes; e

IV - registro de acidentes ocupacionais.

Parágrafo único. As exigências determinadas nos incisos I e II podem ser anotadas diretamente no prontuário para unidades tipo I.

Art. 7º Os registros de que trata este Resolução devem ser arquivados de forma a permitir a sua rastreabilidade, na ausência de legislação específica, o prazo de guarda mínimo é de cinco anos, para efeitos de inspeção sanitária.

Art. 8º Os requisitos para aquisição, guarda e controle dos medicamentos sujeitos a controle especial devem seguir normas específicas vigentes.

Art. 9º Deve estar disponível no serviço de endoscopia a documentação relativa às características técnicas, especificações de desempenho, instruções de operação e manutenção dos equipamentos e seus acessórios.

Art. 10. Em situações emergenciais, o serviço de endoscopia deve estar preparado para garantir a estabilização do paciente até que seja possível a sua remoção em condições de segurança ou a sua liberação para o domicílio.

Parágrafo único. Em situações que impliquem risco de vida, a transferência do paciente para um serviço de saúde de atendimento a urgências deve ser feita obrigatoriamente com o acompanhamento de um profissional legalmente habilitado.

Art. 11. O serviço de endoscopia deve prestar esclarecimentos a seus pacientes, de forma verbal e escrita, sobre os procedimentos propostos, expondo objetivos, evolução esperada, riscos e complicações mais frequentes.

Art. 12. O paciente submetido à endoscopia, nos serviços tipo II e III, sob qualquer tipo de sedação ou anestesia não tópica, só pode ser liberado na presença de um acompanhante adulto.

Art. 13. O serviço de endoscopia deve exigir que o paciente com idade inferior a dezoito anos e não emancipado ou que tenha sido considerado legalmente incapaz esteja acompanhado pelo responsável legal.

Seção II

Recursos Humanos

Art. 14. O serviço de endoscopia deve promover a capacitação de seus profissionais antes do início das atividades e de forma permanente, em conformidade com as atividades desenvolvidas.

Art. 15. As capacitações devem contemplar conteúdos relacionados aos seguintes temas:

I - prevenção e controle de infecção em serviços de saúde;

II - uso de Equipamento de Proteção Individual (EPI);

III - higienização das mãos;

IV- processo de limpeza, desinfecção, esterilização, armazenamento, transporte, funcionamento e manuseio dos equipamentos e acessórios;

V - monitoramento da eficácia dos saneantes;

VI - gerenciamento de resíduos; e

VII - atendimento de emergência.

Art. 16. Para a realização de qualquer procedimento endoscópico, que envolva sedação profunda ou anestesia não tópica são necessários:

I - um profissional legalmente habilitado para a realização do procedimento endoscópico; e

II - um profissional legalmente habilitado para promover a sedação profunda ou anestesia, e monitorar o paciente durante todo o procedimento até que o paciente reúna condições para ser transferido para a sala de recuperação.

Seção III

Atribuições do Responsável Técnico

Art. 17. Compete ao Responsável Técnico do serviço de endoscopia:

I - garantir a implementação das normas vigentes ao funcionamento do serviço de endoscopia;

II - prever e prover recursos humanos e materiais necessários ao funcionamento do serviço de endoscopia; e

III - garantir que todas as atribuições e responsabilidades profissionais estejam formalmente designadas, descritas e divulgadas aos envolvidos nas atividades de procedimentos diagnósticos e intervencionistas em endoscopia com via de acesso ao organismo por orifícios exclusivamente naturais.

Seção IV

Infraestrutura Física/ Recursos Materiais

Art. 18. O serviço de endoscopia deve possuir, no mínimo, os seguintes ambientes:

I - sala de recepção de pacientes;

II - sala de consulta/procedimento;

III - sala para recuperação, exceto para serviços de endoscopia tipo I; e

IV - sala para processamento de equipamentos, acessórios e outros produtos para a saúde, exceto para serviços de endoscopia tipo I.

Parágrafo único. Caso o serviço de endoscopia utilize no processamento produtos químicos para desinfecção de alto nível, independente da classificação do tipo de serviço, a limpeza e desinfecção devem ser realizadas obrigatoriamente na sala de processamento.

Art. 19. As dimensões das salas descritas nos incisos de I a IV devem ser compatíveis com o número de pacientes atendidos e com o tipo de procedimento realizado no local, preservando o fluxo de trabalho, o espaço reservado para circulação e a área ocupada para equipamentos e mobiliários.

Art. 20. O serviço de endoscopia tipo II deve possuir, no mínimo, os seguintes itens:

I - termômetro;

II - esfigmomanômetro;

III - estetoscópio;

IV - oxímetro de pulso com alarme;

V - oxigênio a 100% (cem por cento);

VI - aspirador;

VII - suporte para fluido endovenoso; e

VIII - carro ou maleta para atendimento de emergência cardiorrespiratória, contendo:

a) ressuscitador manual do tipo balão auto-inflável com reservatório e máscara;

b) cânulas naso e orofaríngeas;

c) laringoscópio com lâminas;

d) tubos endotraqueais;

e) sondas para aspiração;

f) materiais e medicamentos emergenciais; e

g) desfibrilador.

Art. 21. O serviço de endoscopia tipo III deve possuir, no mínimo, além dos itens discriminados no Artigo 20 desta Resolução, equipamentos, instrumental, materiais e medicamentos que permitam a realização do ato anestésico e recuperação pós-anestésica com segurança.

Art. 22. A sala de recuperação dos serviços de endoscopia tipo II e tipo III deve oferecer condições de acomodação com segurança e conforto durante o reestabelecimento do paciente.

Art. 23. É proibida a recuperação de pacientes submetidos à sedação ou anestesia não tópica fora da sala de recuperação.

Art. 24. A sala de processamento dos serviços de endoscopia deve possuir:

I - cuba para lavagem com profundidade suficiente para evitar respingos em suas laterais, no piso e no profissional;

II - bancada lisa e impermeável com dimensões compatíveis para a acomodação dos equipamentos, acessórios e outros produtos para a saúde a serem processados;

III - ponto de água que atenda os padrões de potabilidade conforme normatização vigente; e

IV- Sistema de climatização.

Art. 25. Os serviços de endoscopia tipo I, que não utilizam no processamento produtos químicos para desinfecção de alto nível devem possuir uma área para processamento de equipamentos, acessórios e outros produtos para a saúde com os seguintes itens:

I - cuba para lavagem com profundidade suficiente para evitar respingos em suas laterais, no piso e no profissional;

II - bancada lisa e impermeável com dimensões compatíveis para a acomodação dos equipamentos, acessórios e outros produtos

para a saúde a serem processados; e

III - ponto de água que atenda os padrões de potabilidade conforme normatização vigente.

Art. 26. O sistema de climatização da sala de processamento dos serviços de endoscopia deve atender aos seguintes requisitos:

I - garantir vazão mínima de ar total de 18,00 m3/h/m²;

II - manter um diferencial de pressão negativa entre os ambientes adjacentes, com pressão diferencial mínima de 2,5 Pa;

III - prover exaustão forçada de todo ar da sala com descarga para o exterior da edificação; e

IV - o ar de reposição pode ser proveniente dos ambientes vizinhos.

Art. 27. Caso o serviço utilize processo automatizado de limpeza, desinfecção e esterilização, a área física deve atender aos requisitos técnicos necessários para instalação do equipamento conforme indicação do fabricante e legislação vigente.

Art. 28. Para a secagem dos equipamentos com canais, os serviços devem dispor de ar comprimido medicinal, gás inerte ou ar filtrado, seco e isento de óleo.

Seção V

Processamento de equipamentos e acessórios

Art. 29. O serviço de endoscopia deve dispor de equipamentos e acessórios em quantidade suficiente para o número de pacientes atendidos, respeitando o tipo de procedimento e o tempo necessário para os respectivos processamentos.

Art. 30. Deve ser elaborado Procedimento Operacional Padrão (POP) no qual sejam detalhadas todas as etapas do processamento de equipamentos e acessórios utilizados nos procedimentos endoscópicos, respeitando a legislação referente ao uso dos agentes saneantes e as orientações contidas nos manuais de processamento do fabricante.

Parágrafo único. O POP deve ser aprovado pelo responsável técnico do serviço autônomo ou médico responsável do serviço não autônomo de endoscopia e estar disponível na sala de processamento para consulta pela equipe de saúde e pela autoridade sanitária competente.

Art. 31. A pré-limpeza do endoscópio deve ser realizada imediatamente após a finalização do procedimento com remoção da sujidade da superfície externa.

Parágrafo único. Sempre que o equipamento possuir canais deve haver a introdução de detergente sob pressão nestes, conforme orientação do fabricante.

Art. 32. A limpeza de equipamentos endoscópicos deve ser realizada no menor intervalo de tempo possível após a pré-limpeza, de acordo com a orientação do fabricante.

Art. 33. O processo de limpeza de todos os canais, válvulas e conectores devem incluir escovação e irrigação de todos os componentes externos e internos com utilização de detergente, conforme orientação do fabricante.

Art. 34. Após o processo de limpeza, os equipamentos endoscópicos e seus acessórios devem ser submetidos à secagem antes de qualquer método de desinfecção ou esterilização.

Art. 35. As escovas utilizadas na limpeza dos canais endoscópicos, quando passíveis de processamento, devem ser submetidas à limpeza e desinfecção a cada turno de trabalho.

Art. 36. O processo de desinfecção deve respeitar o tempo mínimo de exposição do equipamento ao produto utilizado, de acordo com a recomendação do fabricante e a legislação vigente.

Art. 37. É obrigatório realizar a monitorização dos parâmetros indicadores de efetividade dos agentes saneantes que possuem ação antimicrobiana como concentração, pH ou outros indicados pelo fabricante, no mínimo uma vez ao dia antes do início das atividades.

§1º Não podem ser utilizados saneantes que estejam com os parâmetros divergentes daqueles constantes do rótulo do produto.

§2º Os parâmetros monitorados (iniciais e subsequentes) devem ser registrados e arquivados pelo prazo mínimo de cinco anos e disponibilizados para consulta da autoridade sanitária.

Art. 38. Os endoscópios flexíveis, após serem submetidos a processamento, devem ser mantidos em posição vertical com preservação de alinhamento entre as duas extremidades até a sua utilização.

Art. 39. Quando for necessário o transporte do endoscópio entre a sala de procedimento e a sala de processamento, os endoscópios devem estar acondicionados em recipientes laváveis e com tampas diferentes para material sujo e limpo.

Parágrafo único. Quando a sala de processamento estiver contígua à sala de procedimento, o acondicionamento pode ser dispensado.

Art. 40. Quando o endoscópio for transportado para outro serviço de saúde, o processamento deve ser novamente realizado antes da sua utilização.

Art. 41. A limpeza dos produtos para a saúde com conformações complexas deve ser precedida de limpeza manual e complementada por limpeza automatizada em lavadora ultrassônica ou outro equipamento de eficiência comprovada.

Art. 42. Os acessórios e outros produtos para a saúde classificados como críticos devem ser submetidos à esterilização antes da sua utilização.

§1º O serviço de endoscopia poderá utilizar para esterilização de acessórios críticos e outros produtos para a saúde, o centro de material e esterilização do serviço de saúde no qual está fisicamente inserido ou empresa processadora devidamente licenciada pelo órgão sanitário competente.

§2º Para os casos referidos no parágrafo acima, os produtos para saúde devem ser encaminhados, após serem submetidos à limpeza no serviço de saúde, conforme Procedimento Operacional Padrão (POP), definido entre as partes envolvidas.

Art. 43. O serviço de endoscopia e a empresa processadora devem utilizar embalagens que garantam a manutenção da esterilidade do conteúdo, bem como a sua transferência sob técnica asséptica.

Art. 44. As embalagens utilizadas para a esterilização de produtos para saúde devem estar regularizadas junto à Anvisa, para uso especifico em esterilização.

Art. 45. A selagem de embalagens tipo envelope deve ser feita por termoseladora ou conforme orientação do fabricante.

Art. 46. Não é permitido o uso de caixas metálicas sem furos para esterilização de produtos para saúde.

Art. 47. É obrigatória a identificação nas embalagens dos produtos para saúde submetidos à esterilização por meio de rótulos ou etiquetas.

Art. 48. O rótulo de identificação da embalagem deve conter:

I - nome do produto;

II - data da esterilização;

III - data limite de uso;

IV - método de esterilização; e

V - nome do responsável pelo preparo.

Art. 49. Para a utilização de acessórios submetidos à esterilização, deverá ser obedecida a data limite de uso do produto esterilizado pelo serviço que a executou.

Art. 50. Não é permitido o uso de estufas para a esterilização de produtos para saúde.

Art. 51. Os produtos esterilizados devem ser armazenados em local limpo e seco, sob proteção da luz solar direta e submetidos à manipulação mínima.

Art. 52. É proibida a utilização de método manual de imersão em desinfetantes líquidos para fins de esterilização de produtos para a saúde.

Art. 53. Produtos para saúde utilizados na assistência ventilatória e anestésica não poderão ser submetidos à desinfecção por métodos de imersão química líquida com a utilização de saneantes à base de aldeídos.

Seção VI

Segurança e Saúde no Trabalho

Art. 54. Quando o procedimento implicar a utilização de Raios X, devem ser atendidos os requisitos estabelecidos no regulamento sanitário vigente para a proteção radiológica em radiodiagnóstico médico.

Art. 55. O serviço de endoscopia deve adotar as medidas de segurança ocupacional preconizadas pelo fabricante relativas ao uso de saneantes.

Art. 56. O trabalhador responsável pelo processamento deve utilizar gorro, óculos de proteção ou protetor facial, máscara compatível com o risco, luvas de borracha cano longo, avental impermeável, protetor auricular (de acordo com o risco), calçados fechados impermeáveis e antiderrapantes.

CAPÍTULO III

DAS DISPOSIÇÕES FINAIS E TRANSITÓRIAS

Art. 57. Os estabelecimentos abrangidos por esta Resolução terão o prazo de três meses a partir da data de sua publicação para promover as adequações necessárias.

§ 1º Para cumprimento do Artigo 18 e dos artigos 22 a 28 da Seção IV - Infraestrutura Física/Recursos Materiais, estabelece-se o prazo de doze meses;

§ 2º A partir da publicação desta Resolução, os novos serviços de endoscopia e aqueles que pretendem reiniciar suas atividades devem atender na íntegra às exigências nela contidas, previamente ao início de seu funcionamento.

Art. 58. O descumprimento das disposições contidas nesta Resolução constitui infração sanitária, nos termos da Lei n. 6.437, de 20 de agosto de 1977, sem prejuízo das responsabilidades civil, administrativa e penal cabíveis.

Art. 59. Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação.

Do Endoscópio Metálico ao Aparelho Endoscopia 4K

Os primeiros aparelhos de endoscopia usados eram metálicos e rígidos. O exame era muito sofrido, o paciente tinha que ser um verdadeiro engolidor de espada.
Além disso, o exame deixava vários pontos cegos no estômago ( não visíveis) e não progredia até o duodeno, como ocorre hoje em dia. Porém, os aparelhos eram grandes, calibre alto, grossos mesmo e difíceis de operar. Vieram os japoneses com sua capacidade de copiar e melhorar, de sorte que três grandes marcas passaram a dominar o mercado: Olympus, Fuji e Pentax. Agora chegou a vez da China correr atrás e surgiu a marca Huger que já alcançou certificação européia e oferece alta qualidade de imagem.

Qualidade dos Aparelhos Endoscópicos

Melhor imagem é o marcador mais confiável da evolução da endoscopia e do custo benefício dos endoscópios. Basicamente , os aparelhos de endoscopia podem ser divididos em fibroscópios e videoendoscópios gastrointestinais.  Os fibroscópios usados apenas por veterinários  levam a imagem ao examinador através de um sistema de fibras ópticas. Dominaram a endoscopia por décadas e são capazes de proporcionar ótimas imagens, embora limitadas em tamanho e resolução ( quantidade de pontos que forma a imagem) e o examinador precisa olhar diretamente na lente do aparelho Outra desvantagem é a dificuldade em registrar ( gravar) as imagens. Pode-se acoplar câmeras na ponta mas a imagem nunca é boa. Ainda é comprado por veterinários, dado ao baixo custo e à possibilidade de acoplagem de câmeras.

Vídeo Endoscópios com Processadoras de Imagens

Os videoendoscópios capturam as imagens através de um chip existente na ponta do aparelho. A imagem é mostrada num monitor colorido com impressionante resolução e nitidez, tal que permite enxergar detalhes que podem não ser vistos pelos aparelhos antigos. Além disso, o exame pode ser inteiramente gravado em DVD, as imagens podem ser congeladas, pode-se rever todo o exame quantas vezes se quiser ( o que às vezes permite ver coisas não observadas na hora do exame), pode-se comparar imagens antes e depois do tratamento, o aprendizado é muito mais fácil para os médicos , etc. Na figura abaixo, vemos que a imagem está sendo mostrada numa tela, sem necessidade de o médico fixar a visão numa lente. Atualmente o custo está acessível, bem diferente do início da tecnologia por aqui.

Aparelhos Olympus  HD e Fujinon HD + Cromoendoscopia  e a Pentax EPK-i com três módulos de pre-set para exames de vascularização, mucosas e sub mucosa em alta resolução são realidade em hospitais e clínicas de médio porte no Brasil. Sem falar na cápsula endoscópica, uma miragem, há 30 anos.

Surgimento dos Aparelhos de Endoscopia

A história da endoscopia é o casamento da técnica não médica com a medicina. A maior parte dos avançados vieram pela incorporação de tecnologia presentes em outras áreas. Dos artesãos aos processadoras de imagem em alta definição.

Primeiras Sondas Endoscópicas Usadas por Médicos

Desde das primeiras obstruções esofágicas, o homem primitivo buscou aparelhos para retirada de corpos estranhos no aparelho gastrointestinal. Sem lente, o vidro seria descoberto milhares de anos depois, nossos antepassados provavelmente utilizaram pinças endoscópicas para salvar seus pares.

O objetivo era encaminhar o corpo estranho ao natural percurso, esôfago abaixo.

Fabricius de Aquapendente e Ambroise Paré, no século XVI, utilizaram velas de cera, tubos feitos de couro, varetas de salgueiro revestidas com intestino e até penas de cisne. Paré é o pai de medicina de guerra e revolucionou a traumatologia.

Estas sondas evoluíram com o tempo, passando da ogiva de chumbo (século XVII) às pinças em formatos curvos ou em guarda-chuva (século XIX). A morte era comum, como em toda medicina intervencionista pré Pasteur e antibióticos.

Vídeo Endoscópio Usado Atualmente: 200 anos de evolução

O aparelho utilizado atualmente para estudo do trato gastro-intestinal (o vídeo-endoscópio) é fruto de quase 200 anos de evolução tecnológica.

As quatro fases dos aparelhos de endoscopia

> Endoscopia rígida (1809 – 1932)
> Endoscopia semi flexível (1932 – 1958)
> Endoscopia com fibras ópticas (1958 – 1981)
> Endoscopia eletrônica (1981 – presente)

De Bozzini à Endoscopia Digital

Historiadores médicos apontam Bozzini (1809) como o primeiro a considerar a possibilidade de um exame endoscópico do esôfago. Utilizando um espelho na garganta, é provável que ele não tenha visto nada além do esfíncter cricofaríngeo.
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Vários modelos de fórcepes se sucederam, desenvolvidos por Voltolini (~1860), Semeleder e Stoerk (1866), Bevan e Waldenburg (1868).

Durante a era da endoscopia rígida dois obstáculos logo se apresentaram : o trato gastro-intestinal é escuro e não linear.

Endoscópios Semi-Flexível

A primeira esofagoscopia como a conhecemos hoje, isto é, a passagem de um tubo com iluminação para o esôfago, foi realizada pelo Professor Kussmaul de Freiburg em 1868. Ele utilizou o cistoscópio desenvolvido por Désormeaux em Paris, tendo aumentado o comprimento deste.

Os primeiros exames foram realizados em um engolidor de espada, e apesar deste ter tolerado bem o exame o resultado foi frustrante pois a iluminação era muito fraca.

Com a introdução da lâmpada elétrica de Edison (1878) a endoscopia evoluiu rapidamente.

Fonte de Luz

Um dos primeiros instrumentos a incorporar uma iluminação distal foi desenvolvido por Mikulicz ainda no século XIX. Os primeiros 30 anos do século XX foram marcados por aprimoramentos na forma do tubo, na articulação das lentes e na iluminação.

A endoscopia semi-flexível evoluiu com o trabalho conjunto de Georg Wolf (um fabricante de instrumentos de Berlin) e Rudolph Schindler, apresentado em 1932.

O endoscópio podia ser parcialmente flexionado na introdução, mas uma vez no estômago precisava ser retificado para acomodar as 50 ou mais lentes empregadas. Sua iluminação era fornecida por uma lâmpada de tungstênio alojada na extremidade distal do aparelho, sendo que a maior parte da energia luminosa era perdida ao percorrer suas diversas lentes. Esforços para aumentar o rendimento luminoso da lâmpada levaram à uma maior produção de calor e consequentemente a queimaduras gástricas.

O sistema endoscópio alemão de então demandava um bom treino para seu manuseio, assim como um bom assistente e uma anatomia favorável. Mesmo assim o estudo da mucosa gástrica era restrito (áreas cegas), o duodeno não era atingido, a documentação fotográfica não era possível, e a realização de biópsias só foi implementada em uma modificação posterior.

A fibroscopia óptica foi apresentada por dois artigos da Revista Nature de Janeiro de 1954. A partir destes trabalhos de Hopkins e Van Heel, o Professor Basil Hirschowitz (juntamente com Curtiss e Peters) da Universidade de Michigan iniciou o desenvolvimento do gastrofibroscópio.

Gastrofibroscópio

Em 1957 estava pronto um protótipo, o qual foi utilizado pelo Dr. Hirschowitz para estudar seu próprio estômago. Pouco depois realizou o primeiro exame em um paciente, sendo o aparelho descrito ainda em 1957 em um artigo da University of Michigan Medical Bulletin. O projeto foi aprimorado e comercialmente implantado pela American Cystoscope Makers, Inc. (ACMI, New York), sendo que o primeiro aparelho foi lançado no outono de 1960. O primeiro trabalho reportando o uso clínico deste novo e revolucionário endoscópio saiu na Revista Lancet de Agosto de 1963.

Fabricantes de Endoscópios Japoneses - A evolução

Era um instrumento muito diferente daquele que hoje dispõem milhares de serviços de endoscopia digestiva pelo mundo. Inúmeros aperfeiçoamentos foram somados ao longo dos anos, muitos deles pela indústria japonesa (Olympus, Machida, Pentax, Fujinon), que até pouco tempo dominaram o mercado.

Só agora, anos últimos 10 anos, é que os aparelhos de endoscopia Huger e outros chineses fabricantes de endoscópios rígidos tornaram-se conhecidos da classe médico, sendo frequentes em Feiras, como a Hospitalar Brasil de  2018, onde praticamente ⅓ do espaço destinado à vídeo cirurgia era ocupado por estandes de fabricantes de óticas, pinças e acessórios Made in China.

Aparelho Olympus EF tipo B - A revolução

Neste contexto, o ano de 1970 é tido como um marco da fibroscopia moderna. Foi o ano do lançamento do modelo Olympus EF tipo B - longo o bastante para atingir o duodeno e com dois comandos para movimentar a extremidade flexível, o que possibilitou pela primeira vez a realização de biópsias dirigidas.

A endoscopia eletrônica nasceu nos Laboratórios Bell da AT&T, onde em 1969 Boyle e Smith inventaram o CCD (charge-coupled semiconductor device). A eletrônica que vai à TV é a mesma que viaja ao escuridão de nossas cavidades.

Somente 10 anos após engenheiros da Welch Allyn conceberam o primeiro endoscópio eletrônico. Este aparelho foi apresentado à comunidade médica mundial em 1986, durante o Congresso Asiático Pacífico de Endoscopia.

Entretanto sua aceitação não foi unânime pois era muito calibroso e de difícil manejo. Logo após a empresa Olympus apresentou um endoscópio flexível mais fino e de fácil manejo, e o novo equipamento passou a substituir os fibroscópios em todo o mundo.

Estes aparelhos apresentam luzes sensitivas eletrônicas, têm aproximadamente 32.000 unidades de luzes sensitivas que transmitem um sinal eletrônico para um processador de vídeo e o direcionam para um monitor de TV (com cerca de 500.000 pontos de imagem).

Vantagens do Endoscópio com Fonte Luz

> Melhor imagem
> Facilidade de documentação (vídeo e fotos)
> Melhor postura do endoscopista com menor risco de contaminação por secreções
> Maior facilidade para o ensino em grupo.

No vídeo abaixo, um técnico desmonta e mostra como é internamente um endoscópio atual, no caso, um da marca Olympus.

 

Aparelhos para Endoscopia alta e baixa

Os aparelhos de endoscopia clínicos servem para diagnóstico da mucosa de todo o trato gastrointestinal dos seres humanos e também em animais, daí o termo e endoscópio veterinário , que, de fato, é o mesmo aparelho de endoscopia usado em pessoas. É com este equipamento que os médicos especialistas diagnosticam e fazem tratamento terapêutico das doenças gastrointestinais.

Tipos de endoscópios flexíveis por aplicação clínica

Fibroscópcios

Gastroscópios

Colonoscópios

Broncoscópios

Nasoendoscópios

Duodenoscópios

Enteroscópios

Fibroscópio

São os primeiros equipamentos de endoscopia alta e endoscopia baixa que foram lançados no mundo. São endoscópios flexíveis com visualização direta do médico através de sua lente, ou então interação com micro câmeras.

Videoendoscópio

Trata-se da evolução da endoscopia flexível. Os videoendoscópios usam placas eletrônicas e câmera integrada que devem ser utilizados junto com vídeo processadoras que através de tratamento de luz, controle de contraste, conseguem trazer uma maior profundidade de campo e resolução nos procedimentos de endoscopia alta e endoscopia baixa (colonoscopia). No que se refere às imagens endoscópicas, a vídeo processadora EPX-2200 usada em conjunto com os endoscópios Fujinon tecnologia G5 produz qualidade de imagem em tela cheia superior à EPK-1000.

Estrutura dos Endoscópios Flexíveis

Os endoscópios flexíveis à venda atualmente tem uma estrutura mecânica bastante fina e eletrônica através de captação de imagem via CCD (uma minúscula câmera na ponta) de altíssima definição para correta avaliação da mucosa em procedimentos de endoscopia alta e endoscopia baixa (colonoscopia). Basicamente a estrutura do endoscópio flexível é formada por tubo de inserção, tubo conector, canal de biópsia, canal de água e ar, manopla e ponta flexível.

Magnificação

Com a evolução da tecnologia, hoje já é possível ganhar um aumento da imagem de centenas de vezes em relação o tamanho real de uma lesão, com a magnificação ótica, (ou zoom ótico) nos endoscópios e colonoscópios eletrônicos

Tubo de inserção

É o tubo que é inserido no paciente, seja através da boca (na endoscopia alta) ou através do ânus (na endoscopia baixa, também conhecida como colonoscopia).

Tubo conector

É o tubo que se liga ao corpo do endoscópio flexível, sustentando suas principais estruturas de fibras e cabeamentos, levando e distribuindo luz e informações ao longo do equipamento.

Canal de biópsia

Esse canal é usado para realizar punções através de uso de pinça de biopsia durante o exame de endoscopia alta e/ou endoscopia baixa – colonoscopia.

Canal de água e ar

Utilizado para irrigações do endoscópio flexível, limpeza da lente frontal, jato de água e ar durante procedimentos de endoscopia para limpar a mucosa e obter uma melhor visualização.

Manopla

Utilizada em quatro posições para movimento da ponta do endoscópio: up (movimento acima), down (movimento abaixo), right (movimento para a direita) e left (movimento para a esquerda).

Ponta flexível

Movimentada através da manopla para que o médico possa visualizar o desejado em procedimentos de endoscopia alta e endoscopia baixa. Fica totalmente inserida no paciente nos segmentos gastro e colono.

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